Lost Words

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1 - Como você percebeu que queria ser escritor(a)?
Acho que foi quando eu percebi como eu escapava da realidade dentro das histórias que eu lia, e eu próprio queria criar histórias que permitissem esse escape, tanto pra mim quanto pra outras pessoas. Isso quando eu era bem novo. E à medida que eu cresci, percebi como a ficção também é muito útil para passar mensagens e criticar a realidade (aquela mesma realidade da qual nós às vezes queremos escapar). Essa percepção apenas aumentou a minha vontade de escrever, e hoje eu tento criar histórias que permitam aquele escapismo nostálgico, mas que ao mesmo tempo causem algum tipo de reflexão.

2 - Tem algum personagem favorito? Em modo geral ou do seu(s) livro(s)? Se sim, por quê? O que ele significa para você?
Pergunta difícil! rs... Eu tenho um carinho grande por personagens mentores, muito comuns em estruturas narrativas como a jornada do herói. E como todo nerdão, tenho um carinho enorme pelo Gandalf e seu papel de guia misterioso tanto no Hobbit quanto no Senhor dos Anéis. E ele é especialmente importante pois vê as qualidades de cada personagem, e tenta fazê-los desenvolvê-las. A coragem e resiliência do Bilbo e do Frodo, a honra do Aragorn, até mesmo a bondade escondida do Gollum. Personagens mentores são fatores importantes de jornadas épicas. Nas minhas próprias histórias, uma personagem com essa característica é a Dona Fica. Ela já apareceu em alguns dos meus contos de terror da série Zona de Sombra e é um personagem importante do romance que eu estou escrevendo, que é uma história de terror ambientada em São Paulo.

3 - Como foi para você, entrar no mundo literário?
Foi difícil, por questões de insegurança. Embora eu escreva desde criança (eu literalmente comecei meu primeiro livro aos 11 anos, que obviamente nunca foi concluído), durante muitos anos eu não tive coragem de mostrar meus escritos pra quase ninguém. Uma oportunidade acabou surgindo em 2017, quando eu publiquei meu primeiro conto, uma história sobre um personagem que eu havia criado para uma mesa de RPG. Eu tinha 27 anos na época e aquela publicação ajudou muito a começar a vencer minhas inseguranças. A partir daí, eu comecei a escrever contos para participar de outras antologias e a colocar algumas dessas histórias na internet.

4 - Você faz muitas pesquisas antes de escrever uma história?
Demais! Acho que pesquisa é uma parte essencial da atividade de um escritor, pois os detalhes incluídos na narrativa é que vão proporcionar a imersão do leitor no cenário.

5 - Existem muitas cobranças por parte de seus leitores?
Apenas uma, por enquanto: que eu continue as histórias que deixei em aberto ou que comecei e não dei continuidade, haha...

6 - Fale um pouco sobre sua forma de criação... Possui alguma mania na hora de escrever?
Eu sou bem metódico, e não sei se é uma mania, mas eu tô sempre fazendo anotações de ideias à medida que elas surgem em diversos lugares (cadernos, post-its, agendas, um grupo comigo mesmo no whatsapp), então na hora de colocar tudo num texto organizado eu geralmente tenho um monte de anotações diferentes. Às vezes tenho tantas acumuladas que, pra não perder, transcrevo tudo pra um arquivo de word, com a data em que cada ideia veio (às vezes até a coisa que me deu a ideia). No mais, meu modo de criação varia, mas em geral eu sinto uma inspiração grande logo depois de terminar de assistir um bom filme. E eu também sou o tipo de pessoa que funciona melhor com a disciplina de um prazo. Então quando tem um prazo pra terminar um texto, geralmente pra submeter pra uma coletânea ou concurso, eu acabo me forçando a sentar e concluir a história, abdicando um pouco do meu perfeccionismo.

7 - Quais são seus projetos para um futuro próximo?
Tenho um romance em andamento, o mesmo que eu mencionei lá na segunda pergunta. É uma história de terror ambientada em São Paulo que se conecta com alguns dos meus últimos contos de terror da série Zona de Sombra. No momento estou focado nele, aguardem!

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Não deixem o prazer da leitura morrer! Nós estamos vivendo uma época de crescente vício em redes sociais. Elas são legais, eu também uso, mas roubam muito do nosso tempo e dão muito pouca coisa em troca. Enquanto um livro pode te ajudar a fugir da realidade de uma forma saudável ou talvez refletir sobre ela, as redes sociais nos mantém presos a uma realidade que em boa parte do tempo é falsa (olha que ironia!). Mesmo quem gosta de ler às vezes se vê sem tempo, mas a verdade é que o tempo rolando o feed do face ou do insta pode ser muito mais prazeroso se você mergulhar nas páginas de uma história bem contada.
E leiam autores nacionais! Nós estamos vivendo um bom momento de surgimento de novos autores, produzindo histórias fantásticas que não devem em nada pros gringos, mas esses autores dependem dos leitores para continuarem incentivados. Procure conhecer autores novos, dê uma chance, e divulgue pros amigos que gostam de leitura – essa divulgação boca a boca ainda é essencial.

Sobre sua obra:


Sinopse de Segredo Desumano: Todos nós possuímos segredos. Alguns maiores, outros menores... e mesmo aquelas pessoas que alegam ser um livro aberto as vezes conservam aquela página colada, sem a qual a história não está completa.
André e Luciana acabaram de voltar para São Paulo após dois anos morando em Salamanca, na Espanha. Decidiram ocupar o apartamento da família de Luciana, que estava alugado enquanto ela morava fora, mas há segredos no apartamento que podem surpreender o casal...

Sobre o autor:


Nascido em 1989. Graduado em Direito no Largo São Francisco e atualmente graduando em História na FFLCH. Autor de contos de diversas temáticas, principalmente terror e fantasia. Duas vezes ganhador do Prêmio Strix de Literatura, em 2018 pelo conto Recompensa e em 2019 pelo conto A Rocha e a Brisa, além de outras indicações.

Instagram do autor | Compre AQUI 

Beijos!
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Título: Urucumacuã
Autor(a): H. H. Entringer Pereira
Editora: Lura Editorial
Páginas:  660
Gênero: Fantasia / Ficção / Literatura Brasileira
Ano: 2019 
Skoob
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Hey gente, tudo bem?
Quando esse livro chegou por aqui, a primeira coisa que me chamou atenção foi a capa, eu fiquei encantada. Depois fui atrás de descobrir o significado de Urucumacuã, que significa pássaro de fogo. E então comecei a leitura, vocês vão descobrir minha opinião logo abaixo:

Nessa história vamos acompanhar um misterioso príncipe lendário, em muitas de suas façanhas, inclusive na manifestação de poderes sobrenaturais, desde antes de seu nascimento até sua morte, tudo isso nas terras Amazônicas. Mas quando o príncipe se apaixona por Angelim, filha bastarda do inimigo Rei Mor, isso resulta em tragédia, evocando seres mitológicos do folclore; indo desde Saci até Mapinguari.

Só em ter nosso folclore presente nessa obra, ele já merece cinco estrelas. Quem me conhece sabe o quanto eu amo esse assunto. Mas a autora foi ainda mais além, a obra é farta de detalhes, uma verdadeira aula sobre seres mitológicos e as terras Amazônicas há muitos anos atrás. A forma que a história é contada parece falar diretamente com o leitor. Não vou dizer que é uma leitura rápida, porque não é; demorei algum tempo pra ler, mas valeu cada página, a escrita envolve e os acontecimentos surpreendem. Os personagens são muito bem trabalhados, Urucumacuã é valente, gostei de sua personalidade. E essa edição está fantástica. É uma honra ter ela na minha estante <3

Já conheciam? Já leram? Me conta.
Beijos!
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Título: Alys - Elemento Ômega (Nafh'ta #2)
Autor(a): Priscila Gonçalves
Editora: Pendragon
Páginas: 220
Gênero: Fantasia / Ficção / Ficção científica
Ano: 2018
Skoob
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Sinopse: Os acontecimentos da primeira lua desencadearam novas transformações no mundo. Os humanos não estão mais bloqueados em sua magia, mas a ignorância sobre a própria natureza causa pânico e desconfiança.
O líder dos Zmoras ataca crianças em lugares remotos sugando suas almas, enquanto um grupo paramilitar amparado por alguns conselheiros pressiona por leis mais seletivas em desfavor dos seres não humanos.
Alys continua sendo só uma garota que parece um avestruz tatuado. Sem tempo para lidar com as perdas que teve, ela precisará enfrentar as consequências mágicas da linhagem que carrega. Enquanto o mundo desmorona lentamente, sem o guardião e com a frustração por não evitar o sofrimento à sua volta, fica cada vez mais difícil estar pronta para a chegada da segunda lua.
Quando as motivações se misturam e erros do passado interferem no sucesso do futuro, o que você sacrificaria pelo bem comum?


Pode conter spoilers do primeiro volume da trilogia

Alys - Elemento Alpha
Alys - Elemento Ômega
Alys - Elemento Infinito

Hey gente, tudo bem?
Finalizei a leitura do segundo volume da trilogia Alys, e já embarquei no terceiro, então em breve vai ter a resenha do terceiro volume também. 


Um ano se passou desde os acontecimentos do livro anterior, e estamos de volta a Nafhta. O líder dos Zmoras surge em um ataque atrás de crianças para sugar suas almas. Alys se vê em meio ao caos, onde precisa resolver tudo, ao mesmo tempo que precisa deixar sua dor das perdas de lado e ter controle de suas habilidades. Com a profecia, Alys embarca em uma nova aventura, onde ela deve receber treinamento para controlar seus poderes. 


Difícil falar qualquer coisa sem ser um baita spoiler, então vou focar na minha opinião.
Eu acho que tenho uma nova trilogia favorita, não sei explicar como a Priscila consegue, mas seus livros são perfeitos. Tudo que envolve a protagonista consegue envolver o leitor, as descrições são feitas com mestria, e eu jurava que o primeiro volume seria meu favorito, bom, isso foi antes de ler essa continuação. A autora ainda consegue colocar elementos únicos em suas histórias. Alys está bem diferente, senti ela mais madura e responsável. Ah, eu amei os dragões <3


Bom, a edição é maravilhosa, vocês devem ter reparado pelas fotos. Em breve venho com a última resenha, espero que gostem <3

Beijos!
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Título: Descolorindo Eloáh
Autor(a): Felipe Saraiça
Editora: Pendragon
Páginas: 247
Gênero: Drama / Jovem adulto / Romance
Ano: 2019
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Hey gente, tudo bem?
Esse é o segundo contato que tenho com a escrita do Felipe, em 2019 eu li Para onde vão os suicidas? (Resenha aqui), e foi uma leitura única, mexeu muito comigo, lembro da Angelina até hoje. Então, quando peguei Descolorindo Eloáh para ler, senti uma nostalgia assim que li as primeiras páginas. A escrita do autor continua impecável.

Eloáh foi muito amada na infância, conquistava a todos com seus olhos castanhos e cabelos loiros. Aprendeu a ler e escrever muito cedo, e mergulhou nos livros, sempre sendo o orgulho dos seus pais. Porém, em uma sociedade de mente fechada e preconceituosa, tudo mudou quando todos passaram a lhe olhar de forma estranha, e com seus nove anos não entendia porque o padre sempre lhe benzia e orava; mas aos 12 anos descobriu, depois de uma conversa com seu pai, que eles a consideravam uma aberração.

O autor tem em sua escrita algo que eu não sei explicar, ele consegue me cativar e fazer com que eu me sinta no lugar de seus personagens, sentindo seus medos, frustrações e dores. E com Eloáh não foi diferente, ela vivencia algo muito comum hoje em dia, onde na maioria das vezes a própria família vira as costas quando você mais precisa, tornando o processo de aceitação ainda mais difícil.
As situações presentes nessa história são muito bem construídas e profundas, mas ao mesmo tempo conseguem passar leveza. Além do assunto principal, o autor aborda outros temas importantes que merecem destaque na sociedade atual. Os personagens me dividiram, alguns eu odiei com todas as minhas forças, e outros eu amei muito <3


Os capítulos são curtos, e a diagramação da editora como sempre está lindíssima.
Leitura mais que recomendada, mais uma vez fui surpreendida pelas palavras e acontecimentos que o Felipe trás em suas obras <3

Beijos!
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Título: Coraline
Autor(a): Neil Gaiman
Editora: Intrínseca
Páginas: 224
Gênero: Aventura / Fantasia / Ficção / Ficção científica / Horror / Infantojuvenil / Literatura Estrangeira / Suspense e Mistério / Terror
Ano: 2020
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Hey gente, tudo bem?
Eu estava muito ansiosa para ler Coraline, ainda mais nessa edição hiper caprichada da editora Intrínseca, que além de ter capa dura e corte colorido, conta também com introdução do autor, ilustrações fabulosas e fitilho roxo.


Coraline se muda com seus pais para um apartamento em um casarão, com vizinhos bem singulares, com névoa, gato, e pais que vivem trabalhando e deixando a menina sozinha. Porém, tudo muda quando Coraline abre uma porta na sala de sua casa, que até então havia tijolos atrás. É ali, nesse outro mundo que ela vai ter pais atenciosos, amorosos e que vivem somente para agradá-la. Mas eles possuem grandes botões pretos no lugar dos olhos, e são muito pálidos. Um lugar lúgubre, mas atraente. Ela vai conseguir voltar, ou vai preferir essa outra versão da sua vida?


Com um ar de mistério e toque sombrio, Gaiman me levou junto com Coraline para um mundo onde todos podem ter medo, e mesmo assim se sentir corajosos. A escrita é simples e ágil, os capítulos são curtos, e você acaba pegando para ler só mais um capítulo, mas quando vê chegou ao final. Gostei muito das descrições, os personagens são bem diferentes de tudo que já li, e o clima que o autor conseguiu criar me envolveu. Um livro para todas as idades, mas especialmente para os pequenos, eles vão aprender muito com a Coraline. 


“Porque coragem é quando você sente medo de fazer algo, mas faz mesmo assim, é quando você enfrenta o medo.”
 
5 estrelas + favorito, apesar de achar que essa obra merece muito mais. 
 
Já leram? Me conta!
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O livro mais amaldiçoado da cultura pop, em uma versão exclusiva.

A Skript tem o orgulho de anunciar o lançamento de AL AZIF: O NECRONOMICON, livro escrito por Abdul Alhazred, conhecido como o "Árabe Louco". É uma parceria exclusiva com a Universidade Miskatonic, que pela primeira vez autoriza uma editora brasileira a realizar uma versão da obra. 
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O Al Azif ou Necronomicon foi escrito no século VII, em Sanaa, no Iêmen. Seu autor morreu em 738, em Damasco, onde testemunhas teriam visto ele ser "destruído" por uma entidade invisível. Uma das poucas versões integrais que se tem conhecimento, atualmente, é o da Universidade Miskatonic, em Arkham, Massachusetts.
Esta edição tem capa produzida por G. Pawlick. E apresenta o conto A HISTÓRIA DO NECRONOMICON de H.P. Lovecraft, escrito em 1927 e publicado em 1938, com tradução de Mariana Costa.
O prefácio é de Felippe Barbosa, escritor e host do canal Toga Voadora.
A introdução é de Larissa Prado, escritora ganhadora do troféu ABERST.
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Se você pesquisar, existem vários livros com este título. Mas NENHUM É COMO ESTE QUE SERÁ LANÇADO. 
Assim como com Lovecraft, o processo criativo desta obra se deu de forma caótica. Os autores foram convidados e tiveram total liberdade para criarem (ou recriarem) suas páginas. O resultado foi, no mínimo, inesperado. 
De encantamentos a sigilos, de maldições a proteções, de relatos a bestiários, as produções textuais e artísticas estão estranhamente interligadas. O curioso é que muitos autores não se conheciam e não houve uma linha editorial a seguir. A ideia era que seus SONHOS E IMAGINAÇÕES desenvolvessem as páginas. Inexplicavelmente, ao reunir o material, identificamos uma profunda conexão estética. Era como se todos estivessem reproduzindo uma obra pré-existente. A explicação para isso? Apenas Lovecraft ou Abdul Alhazred saberiam responder. 
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Será uma edição com mais de 120 páginas, formato 16 x 23cm, reunindo um impressionante time de autoras e autores. 
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Confira o projeto e garanta seu exemplar, com brindes exclusivos:
www.catarse.me/onecronomicon

Eu nem preciso dizer que já estou louca para ter essa obra em mãos, né?!

Beijos! 
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Título: Folhas - O Legado de Esser
Autor(a): Carlo Marcello
Editora: Clube de Autores
Páginas: 340
Gênero: Aventura / Fantasia / Ficção / Literatura Brasileira
Ano: 2019
Skoob
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Hey gente, tudo bem?
A resenha de hoje é do primeiro livro da série O Legado de Esser, uma obra cheia de fantasia e aventura.

Seme é atacada por cavalheiros misteriosos, e dessa cidade apenas uma pessoa se salva. Então, Shard foge para a capital, acompanhado de seu cajado velho, de sua ovelha Célia, e uma amiga inesperada, em busca de sua irmã.
O que ele não sabe é que possui uma relíquia poderosa, e sua missão é levar esse item para um lugar seguro, em troca de ajuda para encontrar sua irmã. Shard vai conseguir aprender a magia natural e encontrar sua irmã? Ou vai perde-la para sempre?

Um resuminho bem básico dessa obra, porque é muito bom ler sabendo pouco e se surpreender em cada nova página com a escrita maravilhosa que o Carlo possui. Um dos meus gêneros favoritos é fantasia, e Folhas não deixa a desejar em nada. Fui transportada para um mundo novo, cheio de aventuras e com direito a mago, magia e mistério. História muito bem construída, desde os cenários, as falas dos personagens, a ambientação, tudo é repleto de detalhes. Fazia tempo que não lia algo tão bom do gênero.
Consegui me envolver e as mais de 300 páginas passaram voando. Já quero o segundo volume. 
Ahh, e eu amo demais essa capa <3

Já leram? Conheciam? Me conta nos comentários.

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1 - Como você percebeu que queria ser escritor(a)?
No momento em que finalizei o livro O Hobbit, de J. R. R. Tolkien, peguei uma folha em branco e comecei a redigir a minha primeira narrativa, que culminou para, um dia, se tornar a Saga do Elly, meu magnum opus literário, a grandiosa série de livros de fantasia épica que pretendo escrever (fora outros projetos paralelos também)!

2 - Tem algum personagem favorito? Em modo geral ou do seu(s) livro(s)? Se sim, por quê? O que ele significa para você?
Um dos meus personagens favoritos da história da literatura, com certeza, é o Tyrion Lannister, que nos mostra como o intelecto pode te fazer ser o maior jogador político da Guerra dos Tronos, no Mundo de Gelo e Fogo. Tyrion mostrou a mim que é possível orquestrar a trama de um personagem carismático, bem-humorado e humano em tramas políticas que, a priori, soariam chatas à maioria das pessoas.
Nos meus livros, o personagem que eu mais gosto de escrever é o Rakon, o drokon nascido na cidade de Enior, no Reino de Ellos, localizado nas Planícies Secas, pois este possui um background complexo e toma decisões impulsivas e  lideradas por sua ira interminável, o que me dá possibilidades praticamente infindáveis de desfechos.

3 - Como foi para você, entrar no mundo literário?
No início, era uma válvula de escape do meu mundo real, um mero hobbie. Porém, com o passar dos anos, se tornou a minha maior paixão e, com certeza, uma das coisas que me inspira a acordar todos os dias.

4 - Você faz muitas pesquisas antes de escrever uma história?
Com certeza! Talvez, para mim, o que mais me dê trabalho são os momentos de estudo, revisão sistemática e leitura prévia, e a escrita acaba me custando menos esforço, por assim dizer (ainda mais quando se trata de meus romances históricos, onde preciso me ater à História realista, como na minha obra GAIJIN, que conta a história de um samurai deserdado que busca sua vingança, ambientado no Japão Feudal de 1634).

5 - Existem muitas cobranças por parte de seus leitores?
Não só cobranças de terminar logo as minhas histórias mas, também, sobre personagens favoritos que acabam falecendo ao longo da trama! Hahahahahaha

6 - Fale um pouco sobre sua forma de criação... Possui alguma mania na hora de escrever?
Minha grande mania é redigir um rascunho horroroso no papel, com tópicos super generalistas, antes de começar a escrever um capítulo. Isso é uma mania que me ajuda muito a não perder as estribeiras e me manter nos trilhos dos objetivos e desfechos!

7 - Quais são seus projetos para um futuro próximo?
Para o futuro, pretendo dar sequência à Saga do Elly, após o lançamento do primeiro volume (A Ameaça Esquecida), e finalizar o volume 2 da série: Sombras da Morte (que, no caso, a Saga já tem 6 livros programados). Bem como, ainda vou lançar a Duologia de Wellfare, sendo elas "Homens Sórdidos" e "Damas Audazes", que serão livros que acontecem ao mesmo tempo, num universo completamente diferente do da Saga. Também, pretendo escrever um romance histórico ambientado no Japão Feudal, organizar uma Antologia com outros autores próximos, com temáticas de RPG de Mesa, me aventurar na história brasileira ao escrever uma ficção histórica no Período do Ouro, lançar romances de ficção científica de um possível distópico brasileiro atrelado à temática punk e outros projetos escusos...

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Eu gostaria de agradecer a você que leu até aqui, à Aline pelo convite generoso para esta entrevista espetacular e, também, lanço um convite a todos! Visitem a minha página do instagram (@fhhingst) e meu Wattpad (@FabioHingst1) para acompanhar a minha jornada de escritor e não perder nenhuma novidade relacionada aos meus universos e histórias malucas! Dêem uma chance e garanto que valerá a pena!

Sobre suas obras:


Sinopse: Doze são os homens sórdidos.
Eis uma densa coletânea de relatos sombrios, acerca de homens comuns, de ladrões miseráveis, mendigos imundos, nobres pomposos a cavaleiros gloriosos, ao enfrentar de frente o desconhecido, encarar segredos obscuros e perigos sinistros há muito negados pela civilização, afundados na mais profunda escuridão.
Histórias inseridas em realidades deturbadas e sangrentas mostrarão a você os limites da sanidade e da loucura.


Sinopse: Em tempos difíceis, o povoado nortenho sofre ataques de uma ameaça há muito esquecida, emergindo das sombras do passado, aniquilando vilas e cidades. O Krôm de Kerion, então, envia uma comitiva de espiões de elite a fim de investigar o inimigo, enquanto prepara suas tropas para o que pode se tornar um dos maiores conflitos da história, podendo envolver todas as civilizações do Continente.
Mais ao Leste, um drokon luta pela sobrevivência, inserido em uma realidade conturbada e hostil. Cercado de militares corrompidos e líderes corruptos é obrigado a deixar sua conduta de lado para se salvar.
Na mesma época, nas profundezas dos mares do Sul, os tritões planejam sua vingança contra os vídicos, que os impediram durante séculos de prosperar em terra firme.
Ainda no Norte, uma pequena groll busca libertar-se de seu Mestre, que invade sua mente e a força a cometer atos terríveis.
Inicia-se um desequilíbrio em Vhalos, quando a violência passa a derramar o sangue dos inocentes, maculando as terras antes pacíficas, em prol do orgulho e da loucura instalados em seus Reis e Rainhas.
Apenas ele, o Elly, pode restaurar o equilíbrio.
Degustação

Sobre o autor:


"Meu nome é Fábio Henrique Hingst Fabri, tenho 23 anos, moro na cidade de Sorocaba, em São Paulo, sou formado em Medicina Veterinária pela UNESP de Botucatu e, atualmente, estou cursando mestrado.
Sou escritor há 10 anos e desde os 14 escrevo uma série fantástica de ficção medieval, nos moldes de As Crônicas de Gelo e Fogo e A Crônica do Matador do Rei, de nome "A Saga do Elly", sendo o primeiro volume "A Ameaça Esquecida".
Atuo, também, em projetos paralelos, como num romance histórico ambientado no Japão Feudal, no ano de 1639 (GAIJIN), em duas antologias que contam a história da retomada da fictícia Província de Gatesby, por meio de 24 personagens principais distintos (Homens Sórdidos e Damas Audazes).
Venha mergulhar nas minhas histórias complexas e escritos de imersão ímpar!" - Fonte

Instagram do autor | Site | Wattpad

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Título: Eu Estou Pensando em Acabar Com Tudo
Autor(a): Iain Reid
Editora: Fábrica 231
Páginas: 224
Gênero: Ficção / Horror / Literatura Estrangeira / Romance / Suspense e Mistério
Ano: 2017
Skoob
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Hey gente, tudo bem?
Eu terminei a leitura desse livro um dia antes do filme ser lançado na Netflix, e juro para vocês que até esse exato momento eu não sei muito bem o que pensar sobre essa leitura, então vou apenas deixar meus sentimentos tomarem conta dessa resenha e descobriremos juntos a minha opinião.
 
Com um enredo 'simples', a história começa com Jake viajando para a fazenda de seus pais junto com sua namorada. A história é narrada por ela, que está angustiada em conhecer os novos sogros e ao mesmo tempo continua recebendo mensagens de voz estranhas em seu celular, deixadas por um homem misterioso. Seu questionamento durante toda a viagem é em acabar seu relacionamento com o Jake, mas pode ser tarde demais. 
 
Quando comecei essa leitura, não imaginei os caminhos que ela iria tomar. Eu me senti MUITO confusa durante a narrativa, criei teorias, parava para 'respirar', e em nenhum momento eu esperei ou imaginei aquele final, que até neste exato momento estou com uma sensação de 'foi isso mesmo que eu entendi?'. A escrita do autor é bem ágil, os capítulos são intercalados entre as narrativas da garota e de duas pessoas conversando (algo que você não entende de primeira, apenas entende que alguém morreu). O mistério domina as páginas, e as partes da fazenda chegam a ser bizarras, eu fiquei o tempo todo esperando tomar algum susto, o que nunca aconteceu. É um livro sobretudo sobre a vida, e sobre o que ela faz com as pessoas. 
 
Foi uma leitura prazerosa, gostei muito, mas não recomendo assistir o filme sem ter lido o livro antes, as chances são altas de você não entender nada até chegar ao final. 
 
Já leram? Me conta.
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Título: Casulos
Autor(a): Ricardo Mesquita
Editora: Lura
Páginas: 152
Gênero: Fantasia
Ano: 2018
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Hey gente, tudo bem?
Faz algum tempo que li esse livro, mas ainda não tinha feito a resenha, então bora lá:

Casulos conta a história de Adam, que acorda dentro de um casulo em um lago, sem lembrar de nada do seu passado. Tudo ao seu redor se resume em caos, um verdadeiro cenário pós-apocalíptico, ele procura por outros casulos e encontra um homem chamado Roger, mas ao anoitecer sente um sono profundo e acaba adormecendo inexplicavelmente, acordando em um hospital. Adam vai ficar em meio aos dois mundos, onde em um momento ele está nos casulos e em outro no hospital que tem como médico Roger. O que estará acontecendo?

Uma leitura curta, mas ao mesmo tempo cheia de mistérios. Eu me senti confusa em alguns momentos, mas percebi que isso faz parte do enredo. A escrita do autor é bem leve e é fácil imaginar tudo que está sendo descrito. Eu não sabia qual era o mundo 'real', e em alguns momentos não sabia em quem confiar, isso é algo que poucos autores conseguem passar com seus personagens. O final é súbito, e eu fiquei desejando mais capítulos. Leitura mais que recomendada.

A edição está linda, Lura sempre arrasando <3

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1 - Como você percebeu que queria ser escritor(a)?
A grande maioria dos escritores tende a perceber a habilidade, ou a tendência de querer desenvolvê-la, ainda na infância/adolescência.
Comigo foi completamente diferente.
Até os 26 anos de idade (tenho 28), eu jamais havia sonhado que iria escrever um livro. Eu sempre fui um leitor, sempre gostei de ler, mas escrever era outra história. A primeira inspiração surgiu com um autor chamado Bernard Cornwell, eu li praticamente todos os livros dele e, sem perceber, comecei a ter vontade de escrever. Minha escrita possui grande influência do estilo dele por isso.
Aos 26 anos, escrevi um conto. Do nada. Só por diversão. O objetivo era publicar o conto em um fórum (GSB – não existe mais, creio eu), e entreter os membros. Acabou que existia uma premiação mensal nesse fórum (eu não sabia) e eu ganhei o prêmio “milionário” de 10 reais. Foi aí que tive o estalo e achei que poderia entrar mais a fundo nesse negócio de escrever histórias.
Um ano depois, começo a escrever meu primeiro livro, que termino em 9 meses. Hoje, ele está para ser lançado por uma editora. Mas enquanto não lança, decidi escrever outro livro, dessa vez um livro de contos, esse que já está na Amazon.
Ainda não sou nenhum autor consolidado, mas, hoje, sei que quero ser um escritor.

2 - Tem algum personagem favorito? Em modo geral ou do seu(s) livro(s)? Se sim, por quê? O que ele significa para você?
Tenho sim. Na verdade, tenho vários. Mas aquele que mais me toca é um personagem que eu mesmo criei.
Por quê? Simples, porque ele é baseado em mim e nos meus amigos mais próximos.
Ele se chama Dorian, é um anão coadjuvante nas minhas histórias, mas que acaba roubando a cena pelo seu jeito engraçado de usar as palavras e perceber o mundo em volta. Mas ele não se resume a ser um personagem que faz os outros rirem, também tem seus momentos sérios e é um amigo muito leal (assim como eu e meus amigos).

3 - Como foi para você, entrar no mundo literário?
Nada fácil. Sempre tem aquela vergonha do que os outros vão pensar, sabe? Até por isso ninguém próximo de mim sabia que eu escrevia até bem pouco tempo atrás.
Fui ganhando coragem ao ver os feedbacks positivos de pessoas que não conhecia (algumas se tornaram amigas depois). Para isso, usei e abusei da plataforma Wattpad, que é por onde recomendo que novos aspirantes a escritores comecem (inclusive, mantenho ainda amostras do meu trabalho por lá).

4 - Você faz muitas pesquisas antes de escrever uma história?
Antes, durante e depois! Isso é essencial. Escrevo fantasia, tudo bem, mas com muita base na nossa realidade do século 18, por isso, sempre pesquiso sobre a época, desde vestimentas, funcionamento das armas e até como era usado o banheiro.
Quem ver meu histórico de pesquisa vai achar que tem algo muito errado comigo.

5 - Existem muitas cobranças por parte de seus leitores?
Como ainda sou bem novo no mercado, não muita. É mais uma cobrança saudável de pessoas próximas.

6 - Fale um pouco sobre sua forma de criação... Possui alguma mania na hora de escrever?
Conheço pessoas que imaginam uma cena no final do livro e escrevem logo, outras que escrevem cenas aleatórias, fora de ordem, e as juntam depois.
Não sou uma dessas pessoas.
Sempre escrevo tudo na ordem – início, meio e fim – senão me perco completamente. Também não sou muito bom com roteiros (os meus geralmente só tem 1 página).
Minha forma de criação de histórias, porém, não acompanha minha maneira de escrever. Nunca vem na ordem. As ideias são sempre aleatórias, que vou encaixando na medida em que escrevo, e elas costumam aparecer durante o banho.

7 - Quais são seus projetos para um futuro próximo?
Tenho um segundo e-book sendo escrito, que vai ser continuação do primeiro – já lançado. Gostaria muito de lançá-lo ainda esse ano, visto que a história dele se passa antes do romance (que sairá em janeiro do ano que vem), mas não sei se vai ser possível.
Assim que o livro e os dois e-books estiverem lançados (o que deve se resolver até março de 2021), voltarei minhas atenções para um segundo romance, que quero lançar no final de 2021 ou início de 2022.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Bom, primeiramente, se você leu até aqui, meu muito obrigado!
Segundo: Peço que apoiem o trabalho da literatura nacional, é muito importante para continuarmos a revelar cada vez mais grandes autores.
Terceiro: Espero que gostem do livro.
E, finalmente, quarto: Minhas portas estão totalmente abertas a qualquer um que quiser conversar, fazer críticas, dar sugestões ou apenas elogiar, basta me chamar no Instagram.
Nos vemos por aí!

Sobre sua obra:


Sinopse: "Mercenários da pior espécie. Caçadores de recompensas nada mais são que párias sociais com ilusões de que podem quebrar a lei para seu próprio ganho pessoal."
Arkon Kais, Dorian Gilar e um menino chamado Aevelm são caçadores de recompensas em um mundo decadente e sombrio, andarilhos em um país tomado por criminosos, monstros e agentes da lei corruptos. Juntos, tentam sobreviver ao caos enquanto fantasmas do passado os perseguem.
A obra se passa antes do primeiro romance da saga "As Crônicas do Casaca Negra".

Sobre o autor:


Tales Figueiredo é natural de Belém – PA. Sempre foi fã de ficção fantástica, histórica e livros de administração. Formado em Direito, mas não seguiu na área. Começou a escrever de forma profissional apenas aos 27 anos. Antes disso, testou sua escrita ao publicar um pequeno conto em um fórum já extinto, vencendo o prêmio “milionário” de 10 reais. Publicou parte de sua primeira obra na plataforma Wattpad, onde venceu dois concursos e ficou em terceiro lugar em outro.
Hoje, mora na Serra Gaúcha, onde escreve livros de fantasia inspirados nos famosos livros de George R.R. Martin e do autor de ficção histórica Bernard Cornwell.

Instagram do autor | Compre seu livro AQUI | Wattpad 

Beijos!
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Título: Henri Désiré Landru
Autor(a): Chabouté
Editora: Pipoca & Nanquim
Páginas: 148
Gênero: HQ, comics, mangá
Ano: 2020
Skoob
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Hey gente, tudo bem?
Estou fazendo essa resenha bem animada, sempre tive vontade de ler algo do Chabouté e finalmente meu momento chegou, esse lançamento da editora Pipoca & Nanquim trás Henri Désiré Landru, um assassino em série.
 
Nessa HQ acompanhamos um famoso serial killer francês, condenado pelo assassinato de 10 mulheres e um adolescente no início do século 20, mas Chabouté tomou várias liberdades criativas e escreveu a sua própria versão dos fatos, envolvendo um soldado dissidente da primeira guerra mundial.
 
A história já começa com Landru sendo julgado e condenado em um tribunal, mas ele afirma ser inocente, então acompanhamos como os fatos “realmente” aconteceram.
Landru era um vigarista profissional, que aplicava pequenos golpes e já havia sido condenado inúmeras vezes por estelionato, mas numa França em meio a primeira guerra mundial, em que muitas mulheres acabaram viúvas, ele viu a oportunidade de um novo golpe.


Histórias de serial killers sempre me chamam a atenção e com essa não foi diferente, o autor conseguiu me fazer ver uma outra versão dessa história tão doentia, com uma arte belíssima em preto e branco, fui transportada direto para à França do início do século XX, a trama prende do inicio ao fim, minha única crítica é em relação a algumas cenas que se repetem. Pretendo ler as outras obras de Chabouté, seu traço é sublime.
 
A edição da editora, como sempre, é caprichadíssima, capa dura e acabamento impecável.
 
Já leram algum quadrinho do Chabouté? Me conta.
Beijos!
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Título: Izolda #1
Autor(a): Frederic Spekman
Editora: Pendragon
Páginas: 270
Gênero: Fantasia / Ficção / Ficção científica / Romance
Ano: 2018
Skoob
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Hey gente, tudo bem?
Qual foi o último livro nacional que você leu?
Por aqui foi Izolda, que primeiramente me conquistou pela capa e depois pelo seu conteúdo, principalmente os personagens. Que livro lindo, uma mistura de fantasia, sci-fi e romance. ❤

Izac Valgas vê uma jovem perdida e assustada em um bosque perto da rua onde morava, ele percebeu que a garota parecia pertencer a outra realidade, e sente uma enorme vontade de ajudá-la. Mas o que ele não sabe é que sua vida vai mudar totalmente, fazendo Izac entrar na maior aventura de sua vida.

Um livro cheio de altos e baixos, que me prendeu do inicio ao fim. Criaturas fantásticas, teorias científicas, críticas sociais, personalidades únicas e cenas tensas e de ação, que ao mesmo tempo conseguem ser emocionantes. A escrita do autor é detalhada e me fez viajar para outro planeta, me fazendo refletir, e ao final tudo ter um sentido. Izac amadurece muito no decorrer das páginas, e vocês sabem como eu amo isso. Os sentimentos ficam a flor da pele, sentia junto com os personagens.


Espero que eu tenha conseguido passar ao menos um pouquinho de tudo que esse livro é. Ah, não posso deixar de elogiar a PenDragon pela edição super caprichada, desde a capa, até a diagramação. 

Leitura mais que recomendada.
Beijos!
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Título: BOM VAQUEIRO BOM VAQUEIRO
Autor(a): Pablo Rios
Editora: Portuário
Páginas: 208
Gênero: Romance
Ano: 2018
Skoob


Hey gente, tudo bem?
Ah, como a escrita do Pablo é gostosa, já admirava muito ele, mas depois de ler sua obra a admiração cresceu ainda mais.

Em BOM VAQUEIRO BOM VAQUEIRO vamos conhecer Venâncio, um vaqueiro forte e valente que começa a trabalhar nas terras de Chiquinho Góis, ganhando confiança e espaço; porém tudo muda ao se apaixonar por Bernadete, filha do patrão, vivendo angustiado sem poder falar sobre o que sente, além disso ele sofre por uma briga familiar e o medo de uma maldição.

Uma obra que vai além do romance, eu não conhecia nada sobre a cultura do interior da Bahia, e tive uma aula lendo essa história, o autor apresenta desde os costumes, até a linguagem. Uma homenagem linda à região e aos vaqueiros. Sobre os personagens eu nem preciso comentar, né?! Personalidades únicas, muito bem construídos e passam todo o sentimento para o leitor; a amizade de Venâncio com Joaquim é algo que me deixou com o coração quentinho.
Ah, e se assim como eu você não conhecia esse linguajar tão rico, no final do livro o autor deixa um glossário completo. 

É sempre difícil falar de uma obra quando ela se torna favorita, né?! Então deixo aqui meu desejo para vocês, leiam esse livro, apoiem esse autor nacional e se deixem cativar por tudo que ele apresenta aqui. 

Beijos!
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Título: Halo #1
Autor(a): Alexandra Adornetto
Editora: Agir
Páginas: 472
Gênero: Fantasia / Infantojuvenil / Jovem adulto / Literatura Estrangeira / Romance
Ano: 2010
Skoob
Link para Compra


Hey gente, tudo bem?
Alguém ai é fã de livros com anjos? 
Eu adoro, ler sobre anjos caídos, sobre amor entre anjos e humanos, e confesso que comprei Halo pela capa, li sem nenhuma expectativa, mas adorei.

Halo é o primeiro livro de uma trilogia.
Bethany, Gabriel e Ivy são mandados para Terra com a missão de se misturar aos humanos e protege-los, mas Bethany é muito inexperiente, é a primeira vez dela na Terra e ela vai precisar se acostumar com tudo. Beth fica encantada com a vida humana, e acaba se apaixonando por Xavier, o que pode ser um péssima ideia, pois as forças do mal vão usar isso contra os anjos.

"Uma das palavras mais frustrantes da linguagem humana, até onde sei, é amor."

Devo confessar que o livro é muito clichê, com aquele romance adolescente 'fofinho', mas se você está procurando algo leve para ler, e que ao mesmo tempo vai te prender eu super recomendo.
Sempre vi vários comentários negativos sobre o livro, não tem muita ação, e o romance só aparece depois da metade, mas mesmo assim me encantei pela história.
Achei os personagens bem trabalhados, adorei a Ivy, e o jeito 'maduro' do Gabriel.
Acho lindo o modo como a Beth se encanta com as coisas simples que vai descobrindo, como texturas, sons, cores...
Ela luta para não se apaixonar por Xavier, mas já é tarde, e ela conta seu segredo, e faz com que seus irmãos, e o Céu permitam esse amor.
Mas nem tudo é maravilhas, logo chega aquele personagem que acaba virando a vida de Beth de cabeça para baixo, seu nome? Jake Thorn.
Misterioso, e depois de sua chegada os acidentes na cidade de Venus Cove só aumentam.
Depois que Jake aparece o livro vai ficando mais interessante, a autora soube trabalhar muito bem com essa temática, e confesso que por não esperar muito do livro, fui surpreendida.

Não li os outros dois livros, mas estou bem ansiosa, vou tentar ler, e trazer a resenha para vocês.
Espero que tenham gostado do post, conta aqui nós comentários se gosta de histórias de anjos, e quais já leu? 

Beijos!
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Título: Árvore dos Desejos
Autor(a): K. A. Applegate
Editora: Intrínseca
Páginas: 224
Gênero: Ficção / Infantojuvenil
Ano: 2020
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Hey gente, tudo bem?
Esse livro lindo veio na caixinha de dois anos do Intrínsecos, eu não aguentei e li assim que tirei da caixa, resultado? Terminei no mesmo dia, e virou um dos meus livros favoritos da vida. 


Árvore dos Desejos é contada por Red, um carvalho vermelho centenário, que em todo ano, no dia primeiro de maio, recebe inúmeras visitas, o motivo? Acreditam que ela realiza desejos, e por isso amarram em seus galhos fitas e tecidos com pedidos diversos, desde os mais banais até os mais profundos.
Red é silenciosa, mas ao receber um pedido de uma criança pensa em falar, será que ela vai conseguir realizar o desejo da pequena Samar?


QUE LIVRO LINDO, EMOCIONANTE E TOCANTE. É isso que define essa fábula, uma história sobre amizade, empatia, amor e medo. Todos os personagens me marcaram de algum modo, desde Red, até Bongô, o corvo, e Samar. Red e Bongô fazem os diálogos mais engraçados.
 
“É uma tremenda dádiva amar ser quem você é.”
 
É uma leitura rápida, mas encantadora. A mensagem que passa é incrível, espero que vocês tenham a chance de conhecer a Red, e todos os bichinhos que a cercam. 
 
Essa edição está encantadora, a capa é dura e cheia de brilhos, as páginas tem detalhes e algumas são ilustradas, e conta ainda com fitilho laranja em alusão aos pedidos das pessoas.
 
Gostaram?

Beijos!
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1 - Como você percebeu que queria ser escritor(a)?
Desde muito cedo sempre gostei de escrever: de aventuras mitológicas, fantasias medievais, viagens em caravanas no velho oeste, até ficções científicas no espaço. Tenho alguns manuscritos (em cadernos do colégio) desde 1991. Entretanto a oportunidade para publicar surgiu em 2017, na editora DPLACIDO.

2 - Tem algum personagem favorito? Em modo geral ou do seu(s) livro(s)? Se sim, por quê? O que ele significa para você?
Diversos personagens me cativaram. No livro "dragões da noite de inverno" o personagem que me cativa é o Sturm Montante Luzente, um cavaleiro. Na trilogia do Bernard Cornwell "Em busca do santo graal" , que começa com o livro "O Arqueiro" o personagem principal de nome Thomas de Hooktown é fantástico. Na saga do Ramsés, de Christian Jacq, o Ramsés é extraordinário. Personagens valorosos, de princípios, de honradez, conquistam minha atenção. Personagens com inteligência e perspicácia, e personagens maquiavélicos também me cativam. Nas "Crônicas de Gelo e de Fogo" diversos personagens me agradam: Daenerys (inclusive é o nome da minha filha), Sandor Clegane, Sor Barristam Selmy,  Tyrion, Mindinho e Aranha...
Nas minhas obras não tenho predileção, embora o vilão de "O RITUAL" é um personagem que acredito poucas pessoas realmente conseguirão ver seu tamanho, ver todas as suas dimensões.

3 - Como foi para você, entrar no mundo literário?
O primeiro livro que lancei foi uma obra sobre processo penal militar, mas a simples realização de ter um livro já foi algo gratificante. A primeira Obra literária foi o BHZOMBIE, lançado em um shopping da cidade logo após o Halloween. Esse foi uma realização em termos de evento, de alcance de público. Mas a verdade é que cada livro publicado é uma experiência ímpar.

4 - Você faz muitas pesquisas antes de escrever uma história?
Já escrevo há muito tempo. Obviamente obras contemporâneas precisam de uma releitura para publicação (até mesmo por alterações nas tecnologia, mudanças de cenários já que escrevo muito em Belo Horizonte e as ruas e bairros se modificaram com o passar do tempo). Não pesquiso para escrever, mas leio  munto, e cada leitura me dá elementos para utilizar nas histórias. por exemplo, em BHZOMBIE aparece um militar de nome Eisenhower - não foi coincidência, o nome é o mesmo do general que veio a comandar as tropas aliadas na II Guerra Mundial. eu não pesquisei para escrever o BHZOMBIE, mas já tinha lido muito sobre ele e, quando apareceu a ideia de colocar o nome no personagem, ele me pareceu uma escolha natural, e que possibilita indicar ao leitor outras aventuras. aliás, essa é uma marca em meus livros, cada detalhe esconde um easter egg.

5 - Existem muitas cobranças por parte de seus leitores?
Nos dias de hoje existe muita cobrança para se fazer apontamentos sobre as mais variáveis circunstâncias: pessoas menos favorecidas, minorias, grupos étnicos e etc. Entendo perfeitamente essas cobranças  e sou muito receptivo a elas, porém penso o seguinte: as artes, em especial as obras literárias são uma demonstração de um (e apenas um) espectro da vida, na visão de seu criador. Não vejo porque o artista tenha que colocar em tudo o que faça todas as bandeiras do mundo. No BHZOMBIE um amigo meu (amigo mesmo, mora do lado dos meus pais) questionou por que não falei de pessoas menos favorecidas, de baixa renda, no BHZOMBIE. A finalidade do livro não era para falar sobre as agruras do sistema capitalista, mas tão somente contar o que as pessoas poderiam fazer caso o mundo acabasse. Mas entendi o questionamento dele, e acho que toda a arte serve para instigar a pessoa. Agora, a interpretação da obra é de cada um, eu apenas conto uma história sobre algumas pessoas. Outra leitora me questionou sobre uma personagem secundária do livro O RITUAL, dizendo que ela seria um pouco clichê em seu comportamento. Mas, afinal, não somos todos clichês? Repetimos comportamentos na vida em sociedade que fazemos sem nem perceber. Dos mais simples aos mais complexos. Quantas vezes as pessoas olham seus celulares simplesmente pelo hábito de olhar? Quantas pessoas são gentis mas, na direção de um veículo, se transformam em pessoas agressivas? Quantos indivíduos pregam a paz mas quando estão no meio de uma torcida organizada e se comportam como bárbaros, xingando, humilhando e até agredindo outros torcedores, e, as vezes, até torcedores do mesmo time? Enfim, as artes exigem que o admirador (seja leitor, telespectador, ouvinte...) tire suas conclusões. A única coisa que sou contra é querer cercear o autor. Liberdade é o carro-chefe da civilização.

6 - Fale um pouco sobre sua forma de criação... Possui alguma mania na hora de escrever?
Antigamente eu escrevia durante as aulas, no recreio, ou em casa. Bastava ter um caderno e um lápis e as histórias nasciam (meu caderno de química da oitava série é a prova viva disso). Tenho o hábito de escrever frases que surgem na minha mente. Pode ser a ideia de um enredo, a fala de um personagem, uma cena...qualquer coisa. Depois as frases vão se somando e a história nasce. Em alguns casos, tenho uma "explosão de criatividade". Nessas horas eu tenho que escrever imediatamente. mais recentemente quando uma dessas explosões acontecem é mais fácil, posso falar que o celular grava e depois transcrevo, fazendo ajustes se necessário. Ainda tenho muita coisa antiga que precise apenas de aparar as arestas antes de começar algo novo efetivamente do zero.

7 - Quais são seus projetos para um futuro próximo?
Tenho ainda muitos arquivos guardados, inclusive alguns nesse caderno de química. Esse ano foram lançados dois livros: "O RITUAL" e "PINDORAMA - terra de aventuras". A ideia era lançar apenas o RITUAL, inclusive seria lançado na bienal mineira o livro, mas devido a pandemia a bienal foi adiada para 2021, então pensei em colocar ambos à disposição dos leitores. Foi gratificante porque ambos já esgotaram as duas primeiras tiragens. Para o futuro próximo tenho uma história infantil sobre folclore, aguardando apenas o ilustrador terminar. Tem também outras duas obras de suspense em BH, uma aventura no espaço, uma aventura na época dos bandeirantes, um romance/drama, uma aventura na Grécia antiga  e uma história ficcional sobre os bastidores da política. Essas já estão prontas, aguardando apenas oportunidades. Algumas delas carecem apenas de releituras, uns ajustes, mas o grosso já está montado.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Gostaria de fazer um pedido: ajudem os autores nacionais. Ajudem a divulgar, a mostrarem seus trabalhos. Não deixem a literatura morrer e não censurem as artes. Existem muitos bons escritores nacionais pouco conhecidos que precisam ser descobertos pelo grande público, mas não possuem a oportunidade de se manifestarem. Oportunidade para mostrar os trabalhos de Miller Britto, Nono Rebelo, Peter Rossi, Pedro Serra e tantos outros autores nacionais. Ah, e se puderem quiserem conversar, pode me chamar no instagram. É isso: liberdade e oportunidade. Obrigado.

Sobre suas obras:


BHZOMBIE  - um apocalipse zumbi em Belo Horizonte, cheio de referências à cultura pop. Também lançada pelo editora DPLACIDO, essa obra é narrada em primeira pessoa.


SETE DESTINOS - livro de contos lançado pela editora Sete Autores, cada conto foi elaborado por um autor diferente, sendo que todos tratam dos mesmos protagonistas. Gustavo Ferreira escreveu sobre uma misteriosa arca encontrada nas proximidades do sítio arqueológico de lapa vermelha, em pedro leopoldo, e levada para o museu do conhecimento na Praça da Liberdade (BH/MG). Inspirado por H.P.. Lovecraft, o autor discorre sobre a Realidade em seu conto.


O RITUAL  - Editora Sete Autores. Um delegado em plena crise de meia idade se depara com um desafio: um serial killer praticando seus delitos nas igrejas de Belo Horizonte às vésperas do natal. Esse é o livro submetido para agenciamento. o livro encontra-se disponível no formato ebook tanto em português quanto inglês, e seria lançado na Bienal Mineira do Livro em maio/2020, mas, por questões do COVID 19 não houve lançamento do livro físico.


PINDORAMA - terra de aventuras, disponível no formato ebook e físico, trata-se de uma história no Brasil eras antes do descobrimento, quando criaturas do folclore eram de carne e osso. Personagens possuem nomes indígenas, sendo que o significado da palavra remonta a traços da personalidade ou característica do personagem.

Prática processual penal Militar  - Obra sobre direito penal e processual penal militar, lançada pela editora DPLACIDO. O livro aborda a teoria do crime, teoria da pena e o processo penal militar, mais precisamente o inquérito policial militar.

Inteligência na Polícia Militar, desvio de conduta como objeto da inteligência de segurança pública. - Obra voltada para a atividade de inteligência lançada pela editora DPLACIDO. Nela é feita uma síntese da atividade de inteligência e sua alocação no Estado Democrático de Direito. Depois é feita uma evolução histórica da atividade de inteligência, no mundo e no Brasil, para enfim tecer comentários sobre o desvio de conduta dos encarregados de aplicação da lei e a inteligência de segurança pública.

Sobre o autor:


Gustavo de Castro Ferreira (1981) é o autor de "BHZOMBIE ", " O RITUAL ", "PINDORAMA, terra de aventuras ", coautor  de "SETE DESTINOS", além de possuir outras obras na área das ciências sociais, e artigos publicados em diversas mídias.

Bacharel em direito e ciências militares, Gustavo Ferreira é membro da Academia de Letras João Guimarães Rosa.

Natural de Belo Horizonte,  Gustavo descobriu na sua cidade a inspiração ideal para catalisar sua criatividade.

Instagram 

Para mais informações entre em contato com o autor pelo Instagram ou e-mail: gustavo.gapeto@gmail.com
Beijos!
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Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leonina, cursando Letras - português e espanhol. Leitora compulsiva, viciada em séries, filmes e em Farcry 4. O Lost Words é meu refúgio, é onde compartilho um pedacinho de mim com o mundo, então seja bem vindo(a)!

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