Lost Words

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Quando comecei A Paixão dos Mortais, não imaginava que um livro com mais de 600 páginas me prenderia tanto. A história mergulha em uma fantasia épica cheia de intrigas políticas, batalhas e personagens complexos.

Já Daror & Miriennë traz uma proposta diferente dentro desse mesmo universo. Aqui o foco está muito mais no relacionamento entre os personagens, criando uma leitura intensa, cheia de provocações, emoção e tensão.

Apesar das diferenças de estilo e ritmo, os dois livros compartilham algo que me conquistou muito: personagens marcantes, um mundo rico em detalhes e conflitos que vão muito além da fantasia.

Se você gosta de histórias que equilibram emoção, ação e personagens que ficam na cabeça depois da leitura, esse universo merece entrar para sua lista.

E agora me conta:
você prefere fantasias épicas cheias de política ou histórias mais focadas no romance?

Disponíveis na Amazon e Kindle Unlimited!
Beijos!
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Alguns livros contam uma história.
Outros revelam universos inteiros dentro de uma mesma pessoa.

Enquanto eu lia, me peguei favoritando frases que falavam sobre amor, proteção, identidade… e sobre aquilo que existe mesmo quando tudo parece desabar.

Separei alguns trechos para vocês conhecerem um pouco da escrita da autora:

"Esse amor... está escrito nas estrelas. Não importa onde eu esteja, em qualquer tempo ou dimensão, ele sempre vai me encontrar."

"- Nora, às vezes eu acho que você é a minha estrela. Brilhante e inacessível, mas tão essencial para iluminar a minha escuridão."

"Eu me sentia prestes a conhecer quem mais morava ali, que o universo dela era bem maior do que jamais imaginei."

"Lá fora, o corpo se moveu. Fui eu. Fui eu que levantei. Fui eu que caminhei até ele, mesmo com ela tentando me apagar."

"Eu não fui feita para sentir. Eu existo para agir. Para proteger. Para resistir. Nora se derrete, Sílvia se entrega. Mas eu? Eu sou o aço que segura tudo quando o resto desaba."

Gostaram? Qual seu favorito?

Livro disponível na Amazon e Kindle Unlimited!
Beijos!
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Título: As Sobreviventes
Autor(a): Riley Sager
Editora: Gutenberg
Páginas: 428
Ano: 2017
Link para Compra

Sinopse: Há dez anos, a estudante universitária Quincy Carpenter viajou com seus melhores amigos e retornou sozinha, foi a única sobrevivente de um crime terrível. Num piscar de olhos, ela se viu pertencendo a um grupo do qual ninguém quer fazer parte: um grupo de garotas sobreviventes com histórias similares. Lisa, que perdeu nove amigas esfaqueadas na universidade; Sam, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava; e agora Quincy, que correu sangrando pelos bosques para escapar do homem a quem ela se refere apenas como Ele. As três jovens se esforçam para afastar seus pesadelos, e, com isso, permanecem longe uma da outra; apesar das tentativas da mídia, elas nunca se encontraram.

Um bloqueio na memória de Quincy não permite que ela se lembre dos acontecimentos daquela noite, e por causa disso a jovem seguiu em frente: é uma blogueira culinária de sucesso, tem um namorado amoroso e mantém uma forte amizade com Coop, o policial que salvou sua vida naquela noite. Até que um dia, Lisa, a primeira sobrevivente, é encontrada morta na banheira de sua casa com os pulsos cortados; e Sam, a outra garota, surge na porta de Quincy determinada a fazê-la reviver o passado, o que provocará consequências cada vez mais assustadoras. O que Sam realmente procura na história de vida de Quincy?

Quando novos detalhes sobre a morte de Lisa vem à tona, Quincy percebe que precisa se lembrar do que aconteceu naquela noite traumática se quiser as respostas para as verdades e mentiras de Sam, esquivar-se da polícia e dos repórteres insaciáveis. Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria.


Depois de ler O mass4cre da família Hope e No meio da noite, eu já tinha percebido que tinha algo na escrita do Riley Sager que simplesmente funciona pra mim. Mas As sobreviventes confirmou de vez: eu estou oficialmente viciada nesse homem.

A proposta do livro já é inquietante por si só: mulheres que sobreviveram a mass4cres e carregam esse rótulo pelo resto da vida. Mas o que mais me pegou aqui não foi só a ideia central, e sim a forma como a história é conduzida. Existe uma tensão constante, uma sensação de que tem algo errado o tempo todo. Nada é completamente confiável. Ninguém é completamente inocente.

Quincy é uma protagonista que me deixou desconfortável na medida certa. A memória fragmentada dela cria um jogo perigoso entre passado e presente, e eu me vi questionando absolutamente tudo. Todo mundo era suspeito para mim, eu estava desconfiando até da decoração da casa, se deixassem.

E é exatamente isso que eu amo no Sager: escrita fluida, que faz você virar página sem perceber, descrições que realmente te colocam dentro da cena, climinha de thriller psicológico que vai apertando devagar, e , claro, os plots...

Quando o livro começa a revelar suas cartas, eu já estava totalmente envolvida. E quando o plot final veio… eu fiquei em choque. Não é só uma reviravolta gratuita, é aquele tipo de revelação que faz você querer voltar capítulos pra ver onde estavam as pistas.

Se você gosta de thrillers que brincam com memória, trauma e manipulação, esse livro entrega. E entrega bem.

Entre os que li até agora do autor, ele segue mantendo um padrão muito alto, e eu já terminei A última mentira que contei (resenha vem aí).

Riley Sager pode escrever qualquer coisa que eu provavelmente vou ler.

Qual livro do Riley Sager você mais gostou? O mass4cre da família Hope segue sendo meu favorito dele.
Beijos!
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Se tem uma autora que me conquistou completamente no final do ano passado, foi a Freida McFadden. Entre novembro e janeiro eu simplesmente devorei todos os livros dela publicados no Brasil, um atrás do outro, e já estou ansiosa pelos próximos. E aos poucos vou trazendo minha opinião sobre cada um por aqui.

Em O detento, acompanhamos Brooke Sullivan, uma enfermeira que começa a trabalhar em uma prisão de segurança máxima. Logo no primeiro dia, ela aprende três regras básicas: respeitar os detentos, nunca revelar informações pessoais e jamais ser simpática demais.

O problema? Brooke já quebrou todas elas.

E o pior: um dos presos é Shane Nelson: seu ex-namorado da época de escola. O garoto perfeito. O atleta admirado. O menino de ouro que acabou condenado à prisão perpétua por assass1natos brutais… com um testemunho crucial da própria Brooke.

O que eu mais gosto na escrita da Freida é como ela constrói tensão psicológica de um jeito simples, direto e viciante. Você começa achando que sabe para onde a história vai… e quando percebe, já está duvidando de tudo. Personagens moralmente duvidosos, segredos do passado, aquela sensação constante de que tem algo errado, mas você não sabe exatamente o quê. Gostei muito da relação entre passado e presente, culpa, manipulação e aquele jogo psicológico silencioso que vai se formando.

Não é meu livro favorito da autora, a personagem principal me deixou irritada algumas vezes pela falta de maturidade, mas é o tipo de história que você lê rápido, porque precisa descobrir a verdade.

Se você gosta de suspense psicológico com reviravoltas e personagens que não são exatamente confiáveis, esse aqui é uma ótima escolha.

Já leram? Qual seu livro favorito da autora?
Beijos!
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Se você acha que já leu tudo no suspense nacional… talvez ainda não tenha lido isso aqui.

Separei alguns motivos que me fizeram terminar essa leitura completamente impactada:

Suspense que prende do início ao fim: a investigação conduzida por Clark cria uma atmosfera de tensão constante. Cada pista parece levar a algo maior, cada capítulo termina com aquele gostinho de “só mais um”. É o tipo de história que faz você perder a noção do tempo e quando percebe, já está completamente imersa(o).

Personagens complexas e memoráveis: Silvia, Nora e Esther não são apenas “partes” de uma mesma pessoa, são presenças vivas, com emoções, medos, humor e força. A dinâmica entre elas é inteligente, sensível e surpreendentemente leve em alguns momentos. Você ri, se emociona e, principalmente, se reconhece em pequenos detalhes de cada uma.

Romance sensível e nada óbvio: o amor de Clark não é idealizado nem simplista. É um amor que escolhe ficar, que aprende, que respeita, que entende limites e desafios. Em meio ao caos da investigação e às complexidades do TDI, o relacionamento se torna um dos pontos mais bonitos da narrativa.

Representação cuidadosa do TDI: a autora trata o transtorno dissociativo de identidade com cuidado, humanidade e responsabilidade. Não é usado como choque barato ou recurso superficial de trama, é parte essencial da construção emocional da história, trazendo representatividade sem estigmatização.

Um encerramento que acelera o coração até a última página: as últimas páginas são pura tensão. A sensação de urgência cresce, o nervosismo toma conta, e você começa a olhar a porcentagem do Kindle torcendo para que ainda faltem muitas páginas.

Livro disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Se você gosta de suspense com emoção na medida certa, salva esse post para não esquecer dessa indicação.
Depois me conta quando ler...
Beijos!
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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Em 2005, por mais que pareça loucura dizer isso, o mundo era outro. Quando eu tive problemas de saúde decorrentes de uma infecção nas meninges e no encéfalo, eu me vi com 18 anos e agora uma pessoa com deficiência visual e deficiência motora. Eu pensava que ia ser atleta, jogava vôlei, jogava bem. De repente, eu estava totalmente desconectado do que eu achava que seria meu futuro.

Eu queria me expressar e não sabia como. Naquela cabeça de 18 anos, cheia de capacitismo internalizado, eu achava que a única coisa que eu podia fazer era escrever, porque já conhecia leitores de tela. Parecia a única ferramenta disponível. Só que o que começou como limitação virou potência. O papel aceitava tudo: minha revolta, meu amor, meus pontos de vista, minha forma de ver o mundo mesmo sem olhos, minha forma de caminhar mesmo sem andar. Quando percebi, dentro do papel eu não precisava de olhos nem de pernas — eu tinha asas. E isso é forte demais. Escrever é telepatia, é empatia, é transmissão de pensamento. É coisa séria.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
São muitas influências, e sempre que a gente cita algumas fica com medo de ser injusto com outras. Os autores nacionais têm um lugar muito especial no meu coração, mesmo tendo chegado de forma tardia: Machado de Assis, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, José de Alencar, Raquel de Queiroz… todos eles me atravessaram.

O primeiro livro que eu li sem que fosse obrigação da escola foi O Mistério das Cinco Estrelas, do Marcos Rey, e aquilo foi um marco. Depois vieram Tolkien, Stephen King, James Clavell, Arthur Conan Doyle, Robert E. Howard, Lovecraft, Eduardo Spohr, Leonel Caldela, Rafael Dracon, Afonso Solano… e tantos outros.

Mas minhas influências não são só literárias. Vêm da música, dos animes, dos filmes. Eu não me vejo escrevendo do jeito que escrevo sem ter ouvido Belchior, Ednardo, Tim Maia, Engenheiros do Hawaii, Biquini Cavadão, Chico Science, Seu Jorge. Tudo que a gente consome vira material criativo. A obra é um caldeirão.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Todo mundo que produz arte tem bloqueio criativo. Eu tenho, claro que tenho. A diferença é que às vezes eu demoro a perceber, porque hoje existem muitas ferramentas: filmes, séries, livros, redes sociais, inteligência artificial. Quando eu estou fatigado ou travado, eu procrastino. Eu faço outra coisa.

Enquanto estou em primeiro plano resolvendo a vida, tem um segundo plano aqui atrás funcionando, pensando na obra. Eu jogo ideias na inteligência artificial, testo possibilidades, converso, experimento caminhos. Quando destrava, é que eu percebo que estava bloqueado. Para mim, a grande sacada é não se paralisar por causa do bloqueio. É continuar vivendo enquanto a história fermenta.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
O processo de escrita é cheio de altos e baixos. Tem dia que você está inspirado, tem dia que você acha que tudo que escreveu é uma porcaria. E quando você coloca o ponto final, descobre que o trabalho está só começando. Você deixa de ser só escritor e vira marqueteiro, promoter, copywriter, presença constante nas redes.

Existe uma pressão enorme para performar o tempo inteiro. O mundo é rápido, exige produtividade, exige presença. Isso é cruel, é pesado. E escrever é muito solitário. Publicar precisa ser coletivo. Você precisa de troca, de rede, de gente que acredita — e de gente que duvida também. Se você não souber quem é, as críticas te desmontam. Se souber, você voa.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Ver as pessoas lendo e criando teorias em cima da sua obra é uma das coisas mais gratificantes que existem. Elas puxam a história para lugares que você nem imaginou. Isso é mágico.

Duas experiências me marcaram muito. A primeira foi minha avó, ZZuila. Quando lancei meu primeiro livro, ela leu em duas semanas. Foi a primeira a me dar feedback. Com 88, 89 anos, com todas as limitações naturais da idade, ela leu e comentou. Aquilo me emocionou profundamente.

A segunda foi o seu Francisco, que conheci na Biblioteca Pública Estadual do Ceará. Ele escreveu o primeiro livro dele e disse que se sentiu inspirado por mim. Ele leu meu livro, me deu um retorno empolgado, e ver alguém produzir por se sentir provocado pelo que você faz é uma honra difícil de explicar.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Eu queria dizer que tenho rotina, ritual, foco absoluto. Mas meu processo é caótico. Eu escrevo quando tenho tempo — e muitas vezes enquanto estou fazendo outras coisas. Fico com a aba do livro sempre aberta. Vou jogando ideias no papel e depois lapido.

Talvez demore mais para terminar um livro, mas eu não deixo a história esfriar. É uma forma de me forçar a escrever. O processo é solitário e até alienante, mas vale muito a pena. Eu me sinto completo quando estou escrevendo.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Em Além do Véu, eu não tinha uma pretensão clara de provocar reflexão, embora elas estivessem lá. Eu nunca quis obrigar ninguém a pegar a faca e o queijo e consumir a mensagem. Cada leitor faz o que quiser com o que lê.

Já em Ouroboros, existe uma intenção: provocar reflexão sobre capacitismo e sobre o que nos torna humanos. Essa é a única pretensão consciente. O resto nasce da própria trama, das escolhas dos personagens, das consequências. Minha escrita é reflexiva e contundente, mas despretensiosa. Eu não quero ser autocomplacente nem virar caricatura de mim mesmo.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Eu acredito que é importante ter projetos em mente. O universo de Além do Véu precisa de pelo menos mais um livro. Eu sinto que devo isso aos personagens. A história terminou em um clímax alto demais para ser encerrada ali sem consequências.

O universo de Ouroboros é vasto, potente, cheio de lacunas e possibilidades. Ele pede continuação. Existem personagens que merecem aprofundamento e temas relevantes — inclusive polêmicos — que precisam ser explorados. E eu não vou me furtar a isso. A continuação já está sendo gestada.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Eu poderia dizer que a literatura salva, que a leitura edifica, que todo mundo deveria escrever e publicar. Mas isso é muito particular. A necessidade de escrever nasce de dentro. Não adianta romantizar: escrever dói. Escrever é difícil. E desde a primeira pessoa que desenhou numa caverna, já existia alguém pronto para criticar.

Se você não tem a faísca, não escreva por vaidade. Não se force. Mas seja uma pessoa melhor no que você se propõe a fazer. A leitura pode ser ferramenta para organizar ideias e compreender o mundo, mas a motivação real não vem de fora — vem de dentro.

Agora, se o seu rolê é ler e escrever, vá em frente. Seja o melhor escritor do mundo ou morra tentando. Entre se descobrir leitor e morrer tentando, você vai produzir muita coisa boa. E isso já vale a jornada.

Sobre sua(s) obra(s):



Sinopse: Depois de um evento sobrenatural no seio da floresta amazônica, o guarda-florestal Samuel se vê enredado no meio de acontecimentos que desafiam os pilares do que para ele, eram a realidade.
“Além do Véu” apresenta um anjo que viveu como ateu e agora precisa acreditar que é um herói, mas será que ele é mesmo?
Nessa eletrizante narrativa as percepções de bondade e maldade se misturam e se convergem sob as faces de uma história de amor e sacrifício, de auto conhecimento e superação, de aprendizado e perdão. É perigoso subestimar o papel de qualquer pessoa. Somos responsáveis pelo nosso destino, ou tudo já foi escrito? - Compre aqui!


Sinopse: O apocalipse veio, mas o planeta resolveu seguir em frente. Pena que não chamou os humanos para seguirem junto.
Para escapar do inverno nuclear, construiu-se Ouroboros: um submarino colossal, pensado como arca de esperança. Mas a promessa de salvação virou prisão — aço e silêncio moldando um mundo onde cada vida é medida, pesada e controlada.

E se fosse você? Se sua família tivesse de provar, em relatórios e cotas, que merece respirar? Se sua diferença fosse transformada em sentença?

Dentro de Ouroboros, a humanidade é colocada à prova — e não há espaço para imperfeições.
O que nasceu para proteger acabou se tornando o verdugo. Uma serpente que devora a si mesma, revelando que o verdadeiro fim do mundo não é a destruição, mas a negação daquilo que nos torna humanos. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Instagram do Autor(a) | Compre seu(s) livro(s) AQUI!
Beijos!
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Título: Onde os Anjos não Ousam Pisar
Autor(a): Stella dos Anjos Costa
Editora: Labrador
Páginas: 144
Ano: 2026
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Sinopse: Em meio à caótica cidade de São Paulo, o detetive Clark persegue um assassino em série impiedoso, responsável por transformar mulheres em vítimas silenciosas.
Sua esposa, Silvia, convive com um transtorno dissociativo de identidade que já trouxe Nora — a doce e etérea segunda personalidade — para suas vidas. Mas quando surge Esther, a terceira persona, tudo muda.
Determinada, fria e obstinada, Esther não veio para trazer paz: veio para ajudar nas investigações e acabar com o terror que assola a cidade.
Agora, Clark se vê dividindo a rotina com as três versões da mesma mulher. Quando Esther se oferece como isca para atrair o assassino, ele é forçado a enfrentar seu maior medo: perder todas elas de uma vez.
Entre a caçada ao criminoso e a luta interna para conviver com as diferentes facetas de quem ama, Clark descobre que decifrar o coração pode ser tão difícil quanto capturar o inimigo.


Comecei esse livro cheia de curiosidade e terminei completamente envolvida.

Mesmo sendo o segundo volume, a história funciona de forma independente.

Acompanhamos o detetive Clark na caçada a um assassino em série que aterroriza mulheres em São Paulo, enquanto, em casa, ele vive uma realidade igualmente complexa: Silvia, sua esposa, convive com transtorno dissociativo de identidade.

E é aqui que a história ganha uma camada ainda mais intensa.

Além da doce Nora, surge Esther: determinada, fria, protetora e absolutamente decidida a ajudar na investigação. A dinâmica entre Silvia, Nora e Esther é simplesmente um dos pontos altos do livro. Eu ri em vários momentos com as interações entre elas, mas também me emocionei, impossível não se identificar ao menos um pouquinho com cada uma delas. Há, e o amor de Clark é sublime, sensível e muito bonito de acompanhar.

A escrita é ágil, os capítulos são curtos e o suspense cresce na medida certa. A autora equilibra investigação, drama e romance com precisão, sem deixar que nenhum elemento se sobreponha. E a forma como o TDI é tratado demonstra cuidado e respeito, algo que fez toda a diferença na experiência de leitura.

Agora precisamos falar das cenas finais.

Eu fiquei sem unha. Coração acelerado, nervosa, tensa, olhando a porcentagem no Kindle e pensando: “não é possível que vá terminar assim”.
E quando achei que sabia o que viria… fui surpreendida.
E positivamente.

É uma leitura instigante, que mistura amor, suspense, drama e investigação na medida certa. Daquelas que você quer devorar,mas também quer saborear.

Se você gosta de histórias que equilibram emoção e tensão, vale muito ler essa obra. Eu já peguei o primeiro volume para ler também.

Está disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Se fosse você no lugar do Clark… conseguiria lidar com todas as versões do amor?
Beijos!
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A Blogueira:


About Amalie

Sou a Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leitora compulsiva e viciada em séries, filmes e jogos (sim, Far Cry 4 ainda é um xodó). Autora de contos de terror e suspense e organizadora da antologia O Lado Sombrio do Folclore. O Lost Words é meu refúgio, um lugar onde divido minhas histórias, paixões e um pedacinho de mim com o mundo. Seja bem-vindo(a)!


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