Lost Words

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Comecei esse livro ontem e já preciso falar sobre essa experiência.

Apesar de ser o volume dois, não é necessário ter lido o primeiro, a história funciona de forma independente, o que me deixou ainda mais animada para mergulhar sem medo.

Na história até agora, estou acompanhando o detetive Clark e Silvia, sua esposa, que convive com transtorno dissociativo de identidade, algo que sempre despertou minha curiosidade. Já conheci a Nora, e parei a leitura um pouco depois que Esther aparece. Ela parece ser determinada, protetora e certa do que quer, sinto que ela já está mudando o rumo da história.

Passei um pouco dos 30% da leitura (me obriguei a parar para trazer essas primeiras impressões 😅), mas já estou cheia de perguntas. A escrita é fluida, os capítulos são curtos (perigosamente curtos, porque você sempre quer “só mais um”) e o suspense começa a se desenhar de um jeito que dá aquela tensão gostosa.

Minhas expectativas estão altas.
Já estou me apegando aos personagens.
E estou ansiosa para descobrir até onde essa história vai ter coragem de ir.

Quero devorar… mas também quero saborear.

O livro acabou de lançar e já está disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Já leram esse? Querem ler? Quero saber se estou pronta para o que vem por aí 👀
Beijos!
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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Agatha Christie. Pela timidez na infância e adolescência, eu brincava pouco com outras crianças, mais com minha irmã. Minha avó materna Odette, sempre estimulou eu e minha irmã para a leitura. Como eu não tinha condições de comprar livro, pegava emprestado na biblioteca municipal do bairro. Lá descobri Agatha Christie e comecei a ler toda a obra dela e pensar que poderia escrever também. Depois minha avó assinou o Círculo do Livro que era uma assinatura de livros e aí passei a ler outros autores.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Não acho que tenha sido um autor especificamente, e sim o estilo de crônica de costumes. Mas claro que Fernando Sabino, Luís Fernando Veríssimo, Millôr Fernandes são referências. Lembrei agora que meu pai tinha um livro de humor do Stalinislaw Ponte Preta (pseudônimo do escritor grande Sergio Porto) que eu amava ler porque eram pequenas crônicas de humor muito engraçadas. O nome do livro é “ FEBEAPÁ – Festival de Besteiras que assola o país ( 1966). Pena ter perdido o livro. Na fantasia, li de tudo um pouco. Não tenho um autor específico que tenha me influenciado diretamente.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Olha, tive durante muito tempo. Posso dizer alguns anos. A doença de minha mãe, minha insegurança, a pandemia, a rotina, enfim tudo era motivo para não escrever. Agora, eu luto contra o bloqueio com um caderninho bem ordinário e uma caneta observando tudo que pode ser uma história e registrando tudo que vêm à minha cabeça.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Acho que a mesma resposta acima, acrescentando o preconceito contra o autor nacional, a falta de hábito de leitura do brasileiro e a literatura de fantasia sempre tachada como “menor”.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Sim. Como esse meu livro que estou lançando pela Flyve é um relançamento, uma edição ampliada e revista, em 2015 uma senhorinha conhecida de uma amiga minha, disse que adorou o livro, riu muito e sentiu representada por uma protagonista 70 mais.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Mais desorganizado do que eu gostaria ( risos). Mas tento, na medida do possível, manter uma rotina diária fora do meu horário de trabalho. Sou professor. Mas estou sempre anotando ideias que me surgem por mais malucas que sejam! ( risos)

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Diversão e leveza. Trazer um respiro para esquecer um pouco as agruras da vida.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Fazer meu livro ficar mais conhecido, construir uma base de leitores e ter sempre boas ideias. Sim, a continuação de “Os perigos de Madame Zenóbia. Crônicas de uma sensitiva na pindaíba.”

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Leiam! Leiam! Leiam! E leiam principalmente literatura nacional!

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Madame Zenóbia é a sensitiva mais destemida dos subúrbios cariocas - e a mais espalhafatosa.


Entre cílios postiços, pulseiras tilintantes e uma bola de cristal apreciadora dos palpites, ela desvenda mistérios que fariam qualquer exorcista pedir férias. Quando uma sucessão de eventos sobrenaturais ameaça a tranquilidade de Olaria, Zenóbia e seu inseparável assistente espiritual, o Zé, precisam enfrentar demônios, vampiros, espíritos vingativos e até uma antiga rival que voltou das trevas. Tudo isso sob o sol escaldante do Rio de Janeiro, onde nem mesmo o além consegue descansar.
Os perigos de Madame Zenóbia é uma fantasia urbana repleta de humor, ação e afeto. Uma mistura irresistível do misticismo brasileiro popular, do cotidiano suburbano e da magia caótica, estrelada por uma heroína 60+ que não tem tempo para medo nem para rugas. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):

Marcus Siani nasceu no Rio de Janeiro. Suburbano com orgulho. É professor de História, Pós-graduado em psicopedagogia e Mestre em Sociologia e Antropologia pelo IFCS-UFRJ. Começou na literatura depois de fazer o curso “A Jornada do Herói” com o autor best seller Eduardo Spohr. É também autor de contos em coletâneas (Contos da Confraria, Erótica Steampunk e Caçadores de Fantasmas). Os subúrbios do Rio de Janeiro são um rico manancial de inspirações para o autor. Madame Zenóbia surgiu inesperadamente, exigindo que sua história fosse contada. Ele é apenas um porta voz. Este é o primeiro livro da série Os Perigos de Madame Zenóbia.

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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Eu acredito que somos uma confluência de inspirações, experiências, expectativas e atitudes, então torna muito difícil dizer uma fonte ou momento exato. Eu sempre fui uma criança curiosa, imaginativa, mas também analítica e que buscava construir conexões entre as coisas que aprendia, via, experimentava e descobria, o que me levou a criar histórias. Penso que as pessoas têm predisposições para algumas áreas ou conhecimentos, e infelizmente nem todo mundo tem a oportunidade de seguir essas predisposições. Sempre gostei de histórias, narrativas, revistas, jogos, livros, tanto de apreciar quanto de construir. 
Escrever é um desdobramento dessa predisposição que foi e voltou ao longo dos anos, uma marca que permaneceu. Então, tomei a decisão de levar a escrita como algo profissional, mais que um hobby ou diversão. Escrever — no sentido profissional — foi um processo de vida como qualquer outra escolha profissional que fazemos, vinda de minhas aptidões, gostos, oportunidades e atitudes. 

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Quando eu tinha dez anos, na biblioteca da escola, achei um livro “Sete desafios para ser rei” do Jan Terlouw. Eu já lia bastante revistinhas da Turma da Mônica, Disney, livros infantis, mas esse foi o primeiro livro (com mais de cem páginas e sem ser ilustrado) que eu escolhi ler. Quero dizer, ninguém me entregou ou comprou para mim, eu o abri e li inteiro, em pouco mais de uma tarde. Foi uma experiência que me marcou muito e fez com que eu adquirisse o hábito de ler.
Por vários anos tentei achar de novo esse livro, mas só em 2012 que eu o comprei realmente. Acho que ele foi uma grande influência para mim, seja pelas temáticas da história, a forma da escrita, a fantasia com teor político. Outra forte influência foi ter conhecido o RPG. Narrei RPG por muitos anos, e ao longo da vida eu li muito dentro dessa temática, um autêntico geek na adolescência, isso nos anos 1990 e 2000, quando não era algo tão difundido quanto hoje. 
A partir da leitura de fantasia, ficção científica, fantasia urbana veio a vontade de outras formas de história: realismo, clássicos da literatura, literatura contemporânea, em especial latino-americana e brasileira. A leitura me acompanhou a vida toda, e meu interesse pela literatura me levou a procurar pessoas com interesses semelhantes, na adolescência e vida adulta, quando me mudei para Brasília para cursar direito.
Por diversos momentos, não pude perseguir a vontade de me tornar escritor, mas há alguns anos, especificamente nos últimos sete anos, fiz cursos, li livros sobre técnica literária, oficinas — A oficina de escrita criativa ministrada pelo professor Assis Brasil na PUCRS merece destaque, pois foi um salto gigantesco na minha escrita — que me ajudaram a tomar decisões mais conscientes sobre o que escrevo, como escrevo e encontrar minha técnica e estilo.
Resumindo, meu estilo de escrita vem do aprendizado e da leitura consciente, no intuito de me tornar um escritor melhor. 

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Após refletir bastante sobre essa questão em diversos momentos da vida, tomei como uma teoria pessoal que existem dois tipos de bloqueio criativo. 
O primeiro é o marco do amadorismo, quando se acredita que escrever é, essencialmente, um ato de inspiração e que qualquer coisa que não venha como uma mensagem da musa não é escrita de verdade. Nesse primeiro tipo, estamos aguardando que a faísca da criatividade inicie a ignição do processo de escrita e, portanto, é impossível fazer qualquer coisa que não venha de uma fonte metafísica, quase um processo mediúnico. Não há como lidar com esse bloqueio criativo. Ele não é passível de ser contornado, moldado ou superado em si. Eu já tentei, fiz coisas que esperava que fossem despertar o desejo de escrever, encarei a página em branco por horas, tive raiva, sofrimento, êxtase quando acontecia, mas para histórias longas, quase na totalidade das vezes, esse bloqueio é intransponível, a história morre antes de terminar e desistimos dela, imaginando que não era para ser. O único jeito de não ter esse bloqueio criativo é matá-lo na premissa: escrever não é uma questão de inspiração.
O segundo tipo é muito pior: ele não vem da incapacidade de ter uma inspiração, mas da falta de tempo, energia, possibilidade de escrever. É o bloqueio que surge das vicissitudes da vida, das contas a pagar, da necessidade de ganhar dinheiro agora, de ter problemas para resolver, de exausto em um mundo demandante, brutal e que deixa pouco espaço para desenvolver uma escrita. A vantagem de alguém muito jovem que começa a escrever é que muitas vezes não tem todas essas preocupações, mas acaba caindo na armadilha da inspiração. E eu já vi muitas pessoas talentosas desistirem de escrever pois precisavam de dar conta do emprego, relacionamento, família, compromissos sociais, pagar boletos, etc. As formas de lidar com esse segundo tipo é sendo herdeiro ou conseguir desenvolver a escrita como uma prioridade na vida. Não há uma fórmula mágica ou um método para isso, infelizmente.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Eu tive várias incursões na literatura. A primeira na adolescência quando foi membro da Academia Jovem Espirito Santense de Letras, a segunda no começo da faculdade com publicações em blogs e sites de escrita, a terceira quando sai do escritório de advocacia e resolvi fazer mestrado e a atual, em que eu realmente me dediquei a aprender e melhorar como escritor e profissional.
Em comum, todas tiveram as dificuldades da vida. É muito difícil construir algo artístico/criativo quando é preciso pagar as próprias contas. Conseguir equilibrar a escrita com essas dificuldades ou necessidades é o maior desafio, pois ele é de ordem pragmática.
Um outro desafio também foi decidir que eu pretendo fazer uma literatura socialmente comprometida com questões de raça, gênero, sexualidade, crença. Não digo algo panfletário ou explicativo, mas que a minha temática de escrita passa por explorar essas complexidades. O desafio ao trabalhar com isso é tanto encontrar espaço quanto conseguir projetar a própria voz.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Como eu trabalho bastante a temática LGBT, por ser um homem cisgênero gay, por vezes recebo mensagens de leitores que ainda estão lutando com a própria aceitação, pedindo indicações ou dizendo que é reconfortante encontrar histórias que falem da nossa vivência e existência. É gratificante quando recebo alguma mensagem falando sobre minha história, como que a pessoa se sentiu ao ler, o que a fez pensar. Acredito que essa troca é essencial para manter a conexão criativa com o público e comigo mesmo.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Eu prefiro trabalhar com objetivos de demanda. Quero dizer, se eu tenho um projeto em curso, eu determino minha rotina em relação a ele. Infelizmente, é muito dificil viver apenas de escrever. A gente precisa ter outros trabalhos, projetos, fazer divulgação, procurar parcerias, às vezes ter um trabalho que paga as contas.
Então é complicado ter uma rotina de fato, por mais que gostasse de conseguir isso. Em geral, eu determino o que quero concluir naquela semana (dois capítulos do livro, uma revisão, elaborar um esqueleto da história, entre outros exemplos) e utilizo o tempo que tenho para fazer essa tarefa acontecer.
Uma coisa que aprendi ao longo dos anos é também não me martirizar se não dei conta. Amanhã é outro dia e basta fazer o melhor que posso para cumprir meus planos. Eu sempre tento agir com responsabilidade, mas sem culpa.
Mas eu acredito que as pessoas têm formas diferentes de funcionar. O ponto crucial é conseguir compreender qual sua faixa saudável, tornar seu padrão de comportamento consciente e reproduzir isso da melhor maneira possível.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Como uma pessoa LGBTQ+, eu tomei como decisão que minhas obras teriam essa temática. Não acredito que exista uma literatura LGBTQ+ como um gênero estrutural, mas sim como uma questão de conteúdo e narrativa. E sei por experiência própria que esse nicho narrativo, embora tenha crescido e tido maior visibilidade nos últimos anos, ainda é uma arena de enfrentamento e sofre preconceitos, em especial entre pessoas cisgeneras e heterossexuais.
Eu cresci com narrativas, livros, filmes e séries cishetero orientados, ao ponto de a imensa maioria sequer citar ou adereçar para a existência de pessoas diversas. Para além da problemática dessa questão, o que eu quero com minha literatura é trazer nossas narrativas, histórias, questões, humores, descobertas. Seja em um livro leve jovem adulto, um conto mais denso sobre as questões internas da comunidade gay, ou mesmo antagonistas destestáveis que, calharam, de ter desejo e afeto por pessoas diversas.
A literatura não precisa ser político e socialmente engajada, mas eu pessoalmente acho que, quando não é, ela tende a ser plana, chata e banal. Eu gosto que minhas histórias tragam identificação e reflexão, ao mesmo tempo que possam ser uma boa literatura.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Estou trabalhando em alguns projetos. Tenho um livro sobre imigração e relacionamentos tóxicos LGBTQ+ que pretendo terminar esse ano, dois outros livros que estão já com o projeto feito de fantasia urbana contemporânea e tenho um portal sobre escrita literária que desejo iniciar esse ano.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Para os leitores de Lost Words, eu recomendo que desliguem o celular de vez em quando e leiam imersivos. O mundo está tão acelerado, e acho importante tirar esse tempo para outros mundos, um tempo de atenção completa, de relaxar a mente em uma atividade que nos faz melhorar. Precisamos resgatar o tempo e estabelecer uma forma de viver em que o fluxo de informação não nos torne exaustos. Eu acredito que a leitura é justamente uma dessas formas.

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Heitor Donnel passa o verão em transformação: perde doze quilos, cresce quatro centímetros e encontra coragem para enfrentar inseguranças que o perseguiram desde criança. Morador de uma cidade litorânea brasileira, vive como todo adolescente geek: coleciona cartas de Magic, discute ficção científica e joga RPG nos fins de semana.
No seu aniversário de dezesseis anos, quando muda seu quarto para o sótão da casa quase centenária de sua família, encontra, entre relíquias empoeiradas, um antigo caderno de couro pertencente à sua tataravó irlandesa.

O que começa como uma curiosidade inocente se transforma em um portal para o extraordinário quando Heitor, junto com seu melhor amigo Marlon, recita um encantamento e acidentalmente atrai para sua vida Gael O’Byrne, um jovem misterioso de olhos verdes vibrantes e presença magnética, mas que esconde alguns segredos.
Entre corridas matinais na praia e confidências ao luar, nasce uma tensão inegável entre os garotos, que faz o coração de Heitor acelerar mais do que qualquer magia. No entanto, esse novo sentimento é ameaçado por Milton, um ser do passado de Gael.

Encurralado entre uma ameaça sobrenatural que coloca sua família em risco e a descoberta de um amor que desafia as leis do Outro Lado, Heitor precisará dominar sua herança dual: o poder do sangue irlandês e a força mística da terra brasileira.
Sorte Feérica é uma narrativa eletrizante que mistura a beleza cômica da adolescência geek aos mistérios de um mundo onde magia é real, onde o crescimento pessoal colide com forças ancestrais, e nenhuma escolha é feita sem consequências. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Bruno Vial nasceu em Vila Velha - ES no Brasil, em 1986. Aos 18 anos, mudou para Brasília, capital e se considera brasiliense de coração. Estudou direito, advogou, mas decidiu seguir outros caminhos profissionais. Aos 33 anos, mudou-se para Portugal, onde vive há seis anos, residindo atualmente na cidade do Porto com seu marido. Escritor e editor de ficção com foco em temática LGBTQ+, participou de cursos e oficinas de escrita, anseia ser um escritor melhor e conseguir alcançar as pessoas com suas histórias. Publicou contos em revistas de literatura brasileira como a Escambanáutica e Eita Magazine e atualmente lançou o livro Sorte feérica, disponível na Amazon.

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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Meus pais sempre foram meus mestres, através deles houve meu primeiro encontro com a leitura e escrita. Foram eles que me deram meus primeiros livros, contaram as melhores histórias e compartilharam comigo a paixão pelos livros. Todo livro que leio me incentiva à escrita, como sou espiritualista,as minhas leituras sempre foram voltadas à espiritualidade, Chico Xavier tem sido um mentor da escrita desde muito cedo, Toda inspiração tem uma ligação íntima com quem somos, as mais belas inspirações dialoga com as nossas aspirações, tudo que vejo me serve de inspiração, seja um horizonte, uma folha seca, uma chuva e até mesmo um momento significativo,eu vejo a inspiração como um chamado para pensar, então,eu me inspiro na própria vida!!!

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Gosto muito de Kiusam de Oliveira e Conceição Evaristo, são como Elza Soares da literatura para mim, gosto de escritores clássicos, embora eu tenha uma linguagem simples na minha escrita, gosto de explorar a poesia de Cecília Meireles, pinturas, ilustrações de algumas mulheres, Frida, Tarsila. O mundo é uma grande inspiração.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
A página em branco é um terror noturno para escritores com bloqueio criativo, normalmente eu ouço uma música e começo a escrever, gosto de escrever quando meu coração está aberto... E isso é como um fio que vou seguindo e quando percebo, já escrevi alguma coisa, seja uma frase, seja um verso.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Escrever é uma jornada solitária, mas precisamos de companhia para existirmos como escritores, eu demorei muito para assumir a minha nova etapa de vida como escritora, porque eu vejo como uma grande responsabilidade dirigir e instruir alguém através da escrita, mesmo que inconsciente o que falamos ou escrevemos exerce um grande poder na vida de alguém.
A escrita na minha vida é como um grande desabafo, uma forma de criar vida em outras vidas, o que nós somos, o que pensamos vai além do simples e enigmático pensar, é um existir no Universo... Nós escritores somos como catalisadores de palavras , somos acumuladores compulsivos de palavras que pescam palavras formando e materializando idéias.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Meus leitores são adoráveis, sempre me respondem com sinceridade e respeito e comentam com assiduidade o que me fortalece e motiva a continuar escrevendo porque são eles as razões de todo nosso trabalho, são eles os nossos maiores espectadores de nossa curta existência, por eles que não desistimos.
Meus primeiros leitores estão na minha família, entre amigos, e reconheço neles os maiores críticos do meu trabalho, suas ideias, sugestões são de extrema importância para alcançar as minhas expectativas e metas, são cordiais e honestos, certa vez li um comentário no meu blog de uma leitora, suas palavras foram de encontro com meu coração, foi como uma luz acesa, me buscando a resposta mais íntima nas minhas escritas, e quando estou vivendo tempos difíceis, volto a esse comentário e me recarrego, é como um remédio eficaz contra o desânimo. Nós momentos difíceis é preciso que busquemos força nas palavras confortantes de alguém que nos preza, a verdadeira alegria está em retribuir o carinho recebido, e toda vez que um leitor faz um comentário sobre meu trabalho me faz querer fazer o melhor... Nas escolas em que trabalhei como contadora de histórias eu consigo ver o olhar curioso das crianças e os sorrisos são a melhor resposta de como é percebido meu trabalho.
As crianças são como o termômetro que me ajuda a desenhar o meu trabalho na escrita.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Sempre me recolho ao silêncio, eu sigo as palavras que estão na minha mente, estão em nuvens e eu vou formando idéias e codificando, eu não fico sem um bloco de anotações, ouço uma música, vejo uma paisagem, ouço um som de chuva e daí tudo se torna palavras... É um ritual iniciático, uma rotina diária...sentar diante de um papel em branco e dizer: Eu quero escrever... E assim é a magia do escritor, esse foi um ensinamento de um amigo mentor, e desde então, sigo esse conselho.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Tudo que desejamos vem do coração, não há como fugir disso, então esperamos sempre o melhor...
As nossas escritas fazem parte de quem somos, logo, todos nós temos nós outros parte de nós.
Eu espero trazer reflexões, e isso é um propósito comum entre nós, os escritores, deixar boas memórias e belas histórias que vá trazer mudanças no íntimo de cada um.
Sabemos que o que escrevemos pode transformar a vida de alguém, então, que sejam positivas e acolhedoras, que sejam gentis e honestas... Toda mudança trás um ensinamento e comprometimento, portanto, a importância que damos a nossa escrita é diretamente proporcional a essa mudança, essa transformação íntima, porque é um ato de amor escrever com o intuito de instruir e educar os nossos leitores afinal, uma leitura sempre leva a outra leitura, e proporcionar o gosto pela leitura e sem dúvida um ato de responsabilidade da qual os escritores tem consciência e dever...
Quanto maior o impacto causamos, maior a responsabilidade e mais intencional se torna a escrita.

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Um dia de fada é a história de Cila, uma aprendiz de fada que sai para uma grande jornada para salvar sua mãe, descobre o valor da amizade, da paciência e do perdão. É uma história que nos ensina que a violência só machuca e que só o amor é capaz de nos transformar. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Marina Lucia Bernardes Paula.
Mãe de cinco filhos, escritora, contadora de história, blogueira, professora de educação infantil, escritora.
Livro infantil recém publicado:Um dia de fada, um livro sobre violência doméstica, pela Editorial casa kids.

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Título: O Desaparecimento da Rainha de Bateria
Autor(a): Beatriz Andrade 
Páginas: 56
Ano: 2026
Link para Compra

Sinopse: Na noite mais importante do Carnaval, quando os holofotes estão voltados para Sambódromo e o Brasil inteiro está de olho nos desfiles, Marta Lúcia desaparece.

Rainha de bateria da Unidos da Baixada, Malu passou anos de sua vida dedicando-se à escola e esperando esse momento de glória. Finalmente a escola vai desfilar no grupo especial, porém, ela não estará lá. Momentos antes de entrar na avenida, Malu é sequestrada e começa a sua luta por sobrevivência.

Segredos enterrados há muitos anos vêm à tona buscando vingança. A polícia terá pouco tempo para encontrá-la, pois a quarta-feira de cinzas está à sua espera, marcando um dia sombrio e assustador.

O desaparecimento da rainha de bateria é um conto de suspense ambientado no coração do carnaval carioca, onde passado e presente se cruzam e onde a culpa esquecida se mistura ao medo cada vez mais sufocante.


O Desaparecimento da Rainha de Bateria é um conto que consegue unir perfeitamente o brilho do Carnaval com uma atmosfera densa de mistério e tensão.

A ambientação é um dos grandes pontos fortes da narrativa: o caos organizado dos bastidores do desfile, a expectativa no ar e o contraste entre festa e perigo deixam tudo ainda mais intenso. A autora constrói o suspense de forma envolvente e leve.

Malu é uma protagonista fácil de se apegar: forte, determinada e humana. Sua trajetória prende do começo ao fim. Mas o que mais me conquistou foi a forma como o passado é revelado aos poucos, adicionando camadas emocionais à história. Quando o plot twist chega, ele realmente surpreende e dá um novo peso a tudo o que veio antes.

É um conto curto, porém poderoso: intenso, bem escrito e perfeito para quem gosta de suspense com identidade brasileira e clima de Carnaval.

Disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Enquanto uns estão no bloquinho, eu tô aqui devorando histórias cheias de mistério. E você, casa ou rua?
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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Escrevo desde os meus 17 anos. Já estou com 67, então lá se vão 50 anos de escrita. Entretanto, eu escrevia e guardava. Não mostrava para ninguém. Eu tinha uma certa timidez, que com o tempo foi acabando. Quando eu parei de trabalhar, aposentado, passei a me dedicar a escrever mais rotineiramente. Nesses últimos cinco anos publiquei nove livros e o décimo já está terminado, esperando para ser publicado. O décimo primeiro está pela metade;.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Eu leio tudo que me cai nas mãos, mas sou fã mesmo de Isaac Asimov. Adoro ficção científica, herdei isso do meu pai também. Arthur C. Clark é outro que admiro. Li tudo de Shakespeare e adoro Harold Robbins, esse aí é por causa da minha mãe;

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Não lido. ainda não sei o que é isso. Agradeço a Deus por me dar esse dom;

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Gosto de ousar. Crio estórias que às vezes mexem com a cabeça das pessoas. Meus livros, sem exceção, possuem uma mensagem contida. É preciso ler para saber, não vou dar spoiler!

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Um dos primeiros livros que escrevi, foi lido por meus amigos primeiro. Eu queria me testar. Saber se tinha mesmo alguma possibilidade de fazer carreira. Um desses amigos ficou tão impactado pela estória que ficava me cobrando a sequência quase que todos os dias. Acabei escrevendo uma trilogia. Um outro livro, esse infantil que conta uma passagem minha com meu filho, foi tão bem avaliado que acabou sendo distribuído em um seminário sobre autismo;

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Não tenho rotina. O que eu tenho é tempo! Bastante tempo para escrever. O que mais um aposentado pode fazer? Jardinagem? Não, prefiro meus escritos!

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Escrevo para deixar um legado. Pensei muito em deixar esse legado para meus filhos, mas nada impede que outras pessoas também se beneficiem dele. Se eu conseguir tocar o coração e a alma das pessoas, então cumpri meu maior objetivo;

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Meu maior objetivo é continuar escrevendo, até o dia da minha morte. Sigo pensando, levantando nas madrugadas, 
...e as madrugadas vão se sucedendo assim como meus pensamentos. Vida, lúcida, dou graças a Deus!

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Uma força sombria ameaça a existência da humanidade. A cada descoberta a linha entre o real e o imaginário se desfaz, e a sombra da dúvida paira sobre todos. A única esperança reside em um grupo de indivíduos corajosos que se unem para enfrentar o desconhecido. - Compre aqui!


Sinopse: Neste livroEverson Gariglio convida o leitor a uma jornada pela alma humana. Entre reflexõesquestionamentos e inspiraçõessuas palavras atravessam os territórios do amorda vidados relacionamentosdas escolhas e dos sentimentos mais profundos. Cada pensamento é uma centelha que iluminaprovoca e acolhedespertando olhares mais atentos para sipara o outro e para o mundo. Não são respostas prontas são chaves que abrem portas internassão sementes lançadas ao coração e à consciência. Uma obra para ser lidarelida eprincipalmentesentida. - Compre aqui!


Sinopse: Será possível para alguém que é mau na sua essência se tornar bom?
Talvez com intervenção divina? Com algumas chances para se redimir? - Compre aqui!


Sinopse: Em um tempo futuro a humanidade é posta em perigo por ela mesma.
Algo precisa ser feito para tornar a vida na Terra saudável novamente e seus governantes irão fazer o que for necessário para alcançar esse objetivo. - Compre aqui!


Sinopse: A saga humana com viagens intergaláctica começa. O que os aguarda, e como lidarão com o que irão encontrar? - Compre aqui!


Sinopse: O terceiro livro da Trilogia Das Trevas à Luz. O retorno à Terra parecia que não aconteceria, mas algo aconteceu e eles voltaram. - Compre aqui!


Sinopse: ​​​Enzo, um jovem autista com mente brilhante, descobre a chave para se comunicar com alienígenas que visitam a Terra. Sua habilidade única o torna o elo entre dois mundos, enquanto ele e sua equipe de cientistas embarcam em uma jornada épica para desvendar os mistérios do universo. - Compre aqui!


Sinopse: ​​​Neste segundo volume de Meus Pensamentos, Everson Gariglio convida o leitor a mergulhar em uma coletânea de aforismos, reflexões e pequenas crônicas que nascem da vida real com suas dores, descobertas e silêncios. Com uma escrita sensível, ética e profundamente humana, o autor fala sobre amor, superação, valores, escolhas e o tempo, sempre com olhar generoso e inspirador. Este não é um livro para ser lido de uma vez só, mas para ser sentido aos poucos como quem abre uma janela para dentro de si mesmo. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Everson Jorge Gariglio é mineiro de Belo Horizonte, filho orgulhoso de família descendente italiana , seu pai foi advogado do qual fala altivamente do caráter íntegro e honestidade e mãe intensa em todos os sentidos , desde a arte , aos amigos , aos deveres do lar e de imensa sabedoria . Isso foi o alicerce e forjou quem é o Everson, um homem de conceitos fortes, mas não imutáveis se forem devidamente embasados os argumentos, duro e reto nas palavras , mas se tocado seu coração desmancha-se como sorvete no calor. Não teme em dizer “não” e alegra-se ao dizer sim e agradar a quem lhe faz o bem ou aos que ama. Homem com grande senso de justiça e defesa dos indefesos , prático, organizado e leitor contumaz , conhecedor de artes, literatura dentre muitas outras formas de cultura e história. Foi executivo de grande banco internacional por 31 anos, aposentou-se e agora dedica sua vida a família , a literatura e artes .
Seu pai era grande admirador da ficção científica e isso, seus questionamentos, imaginação influenciaram profundamente os pensamentos do autor . Everson também é engenheiro químico formado pela UFMG , uma mente brilhante para cálculos, física e química, o que também demonstra em sua obra de ficção . 
Ler o que Everson escreve é um deleite para a imaginação e ao mesmo tempo possível ( e até necessário) trazer para nossa realidade os pensamentos profundos que envolvem nossa existência, comportamento , dualidades, justiça e moral , com toques de romantismo e senso crítico aflorado, instigando ao leitor uma análise profunda dos problemas que envolvem a vida em sociedade e relações interpessoais.

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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Minha inspiração veio da percepção de como a violência contra mulheres foi normalizada ao longo do tempo. O que mais me incomodava era a forma como essas histórias quase sempre são contadas pela ótica do agressor: o nome do psicopata ganha destaque na mídia, enquanto as vítimas são reduzidas a números e estatísticas, com suas identidades apagadas. A Voz das Vítimas nasceu da necessidade de inverter essa lógica e colocar as vítimas no centro da narrativa, dando voz ao que é silenciado.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Uma obra fundamental para mim é O Conto da Aia, de Margaret Atwood, por mostrar como a violência contra mulheres pode ser estrutural e socialmente aceita. Também fui influenciada por Stephen King, especialmente em Misery, pelo uso do horror psicológico, e por Gillian Flynn, em Garota Exemplar, pela desconstrução da ideia de vítimas idealizadas. Essas referências ajudaram a moldar uma escrita focada no impacto psicológico e social da violência.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Meu processo funciona de forma clara: eu não começo a escrever enquanto a história ainda não está definida na minha mente. Quando não tenho uma ideia estruturada, simplesmente não escrevo. Quando a ideia surge completa, a narrativa flui com naturalidade, sem interrupções forçadas.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
O maior desafio é o impacto emocional do tema. Escrever sobre violência, abuso e trauma exige envolvimento profundo, e não há como passar por isso sem ser afetada. Em momentos mais intensos, preciso interromper a escrita, me afastar e retomar apenas quando estou emocionalmente preparada. Outro desafio é o mercado editorial, que nem sempre acolhe narrativas tão duras e diretas.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Sim. Recebo mensagens com frequência, principalmente de mulheres que dizem que o livro as deixou desconfortáveis e isso nunca vem como crítica negativa. Muitas relatam que precisaram parar a leitura em alguns trechos porque reconheceram situações que já viveram.
Uma mensagem que me marcou foi de uma leitora que disse que, até ler o livro, nunca tinha se considerado uma vítima. Ela sempre achou que violência só existia com agressão física evidente. Durante a leitura, começou a identificar comportamentos de controle, isolamento e manipulação que viveu por anos e sempre justificou. Ela disse que o livro não trouxe respostas prontas, mas trouxe consciência, e que depois disso não conseguiu mais normalizar certas coisas.
Relatos assim chegam com frequência, e o que mais se repete é essa percepção tardia: muitas mulheres só reconhecem a violência quando já estão profundamente dentro dela. Ler esses depoimentos é difícil, mas confirma a importância da obra.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Meu processo é intenso e baseado em imersão total. Quando começo a escrever, consigo manter longos períodos de foco contínuo. Não sigo uma rotina fixa de horários, mas priorizo o avanço da narrativa enquanto a história está ativa e fluindo.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Espero que o livro sirva como alerta para que as pessoas não normalizem agressões ou comportamentos abusivos. O perigo muitas vezes não é óbvio; pode vir de alguém que parece inofensivo no início. Quero que a leitura gere reflexão sobre o silenciamento de vítimas, os ciclos de violência familiar e a indiferença social que permite que esses casos continuem.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
O segundo volume de A Voz das Vítimas já está planejado e acompanhará Matheus em uma busca por vingança contra Edric, aprofundando as consequências psicológicas do trauma.
Além disso, estou lançando a saga A Última Geração, uma distopia de ficção científica. Nela, a cientista Evelyn Arendt cria Aurora, o robô companheiro perfeito, prometendo acabar com a solidão humana. Com o tempo, muitas pessoas preferem relações com robôs em vez de interações humanas, o que leva a uma queda drástica na reprodução natural e ao isolamento social. Quando o governo decide destruir todos os robôs para preservar a humanidade, surge um conflito extremo, com parte da sociedade optando pela autodestruição a abrir mão desses “companheiros perfeitos”. A saga explora a busca obsessiva pela perfeição artificial, a dependência tecnológica e os limites éticos da sobrevivência humana. O primeiro livro da saga será lançado nas próximas semanas.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Obrigada por se permitirem ler este livro. Sei que não é uma leitura fácil, mas é necessária. Espero que ele funcione como um alerta e que, diferente das vítimas retratadas na obra, muitas pessoas consigam reconhecer os sinais de violência a tempo e construir um futuro diferente.

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: A Voz das Vítimas: As Fitas Perdidas

Silêncio imposto não é paz. É veneno. E as vítimas o devolvem... gota a gota.

Quando a podcaster Ariadna recebe uma caixa anônima com fitas cassete antigas, ela acha que é mais um caso para seu programa de true crime. Mas ao apertar play, vozes de meninas mortas ecoam no escuro: gritos de dor, segredos enterrados e um assassino que nunca parou.

Em 2025, Ariadna e seu parceiro Matheus mergulham em uma investigação que cruza décadas, de uma cidade amaldiçoada na Califórnia em 1989 até lives aterrorizantes no presente. As fitas revelam um serial killer manipulador, vítimas silenciadas pela sociedade e forças sobrenaturais que exigem justiça. Mas quanto mais perto da verdade, mais o mal se aproxima – e o que começa como podcast vira uma luta pela sobrevivência.

Inspirado em found footage e crimes reais, este thriller de Jessy Oliveira mistura horror psicológico, suspense implacável e uma crítica afiada à violência contra mulheres. Se você ama "Gone Girl" ou "The Haunting of Hill House", prepare-se para noites sem dormir. As vozes não param de chamar... e elas estão esperando por você.

Pronto para ouvir o que os mortos têm a dizer? Compre agora e descubra por que o silêncio pode matar.

Este livro contém violência, temas psicológicos intensos, desaparecimento de menores e cenas potencialmente perturbadoras. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Jessy Oliveira, nascida no interior de Minas Gerais, encontrou nos livros um refúgio essencial em meio a um mundo sombrio e desafiador. Desde a infância, a leitura foi sua âncora, oferecendo escape e compreensão em tempos difíceis. A escrita surgiu anos mais tarde, como uma forma de terapia durante o dia, uma ferramenta para silenciar as múltiplas vozes que ecoavam em sua mente.Autora de narrativas intensas e provocativas, Jessy não busca distrair o leitor, mas obrigá-lo a encarar o pior lado da humanidade. Seus trabalhos mergulham em temas que muitos evitam: violência física e psicológica, trauma, abuso contra mulheres e questões sociais profundas, como o silenciamento de vítimas e os ciclos de dor familiar. Com uma prosa visceral e sem concessões, ela transforma o horror em espelho da realidade, questionando a indiferença social e o peso do invisível.Em suas obra, Jessy tece tramas de horror emocional e sobrenatural, onde vozes perdidas revelam segredos sombrios e traumas não resolvidos, ecoando sua missão de dar visibilidade ao indizível e abordar temas sensíveis com profundidade e respeito. Atualmente residindo em Belo Horizonte, Jessy continua explorando as sombras da existência humana em novos projetos.

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Beijos!
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About Amalie

Sou a Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leitora compulsiva e viciada em séries, filmes e jogos (sim, Far Cry 4 ainda é um xodó). Autora de contos de terror e suspense e organizadora da antologia O Lado Sombrio do Folclore. O Lost Words é meu refúgio, um lugar onde divido minhas histórias, paixões e um pedacinho de mim com o mundo. Seja bem-vindo(a)!


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