Lost Words

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Título: As Sobreviventes
Autor(a): Riley Sager
Editora: Gutenberg
Páginas: 428
Ano: 2017
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Sinopse: Há dez anos, a estudante universitária Quincy Carpenter viajou com seus melhores amigos e retornou sozinha, foi a única sobrevivente de um crime terrível. Num piscar de olhos, ela se viu pertencendo a um grupo do qual ninguém quer fazer parte: um grupo de garotas sobreviventes com histórias similares. Lisa, que perdeu nove amigas esfaqueadas na universidade; Sam, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava; e agora Quincy, que correu sangrando pelos bosques para escapar do homem a quem ela se refere apenas como Ele. As três jovens se esforçam para afastar seus pesadelos, e, com isso, permanecem longe uma da outra; apesar das tentativas da mídia, elas nunca se encontraram.

Um bloqueio na memória de Quincy não permite que ela se lembre dos acontecimentos daquela noite, e por causa disso a jovem seguiu em frente: é uma blogueira culinária de sucesso, tem um namorado amoroso e mantém uma forte amizade com Coop, o policial que salvou sua vida naquela noite. Até que um dia, Lisa, a primeira sobrevivente, é encontrada morta na banheira de sua casa com os pulsos cortados; e Sam, a outra garota, surge na porta de Quincy determinada a fazê-la reviver o passado, o que provocará consequências cada vez mais assustadoras. O que Sam realmente procura na história de vida de Quincy?

Quando novos detalhes sobre a morte de Lisa vem à tona, Quincy percebe que precisa se lembrar do que aconteceu naquela noite traumática se quiser as respostas para as verdades e mentiras de Sam, esquivar-se da polícia e dos repórteres insaciáveis. Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria.


Depois de ler O mass4cre da família Hope e No meio da noite, eu já tinha percebido que tinha algo na escrita do Riley Sager que simplesmente funciona pra mim. Mas As sobreviventes confirmou de vez: eu estou oficialmente viciada nesse homem.

A proposta do livro já é inquietante por si só: mulheres que sobreviveram a mass4cres e carregam esse rótulo pelo resto da vida. Mas o que mais me pegou aqui não foi só a ideia central, e sim a forma como a história é conduzida. Existe uma tensão constante, uma sensação de que tem algo errado o tempo todo. Nada é completamente confiável. Ninguém é completamente inocente.

Quincy é uma protagonista que me deixou desconfortável na medida certa. A memória fragmentada dela cria um jogo perigoso entre passado e presente, e eu me vi questionando absolutamente tudo. Todo mundo era suspeito para mim, eu estava desconfiando até da decoração da casa, se deixassem.

E é exatamente isso que eu amo no Sager: escrita fluida, que faz você virar página sem perceber, descrições que realmente te colocam dentro da cena, climinha de thriller psicológico que vai apertando devagar, e , claro, os plots...

Quando o livro começa a revelar suas cartas, eu já estava totalmente envolvida. E quando o plot final veio… eu fiquei em choque. Não é só uma reviravolta gratuita, é aquele tipo de revelação que faz você querer voltar capítulos pra ver onde estavam as pistas.

Se você gosta de thrillers que brincam com memória, trauma e manipulação, esse livro entrega. E entrega bem.

Entre os que li até agora do autor, ele segue mantendo um padrão muito alto, e eu já terminei A última mentira que contei (resenha vem aí).

Riley Sager pode escrever qualquer coisa que eu provavelmente vou ler.

Qual livro do Riley Sager você mais gostou? O mass4cre da família Hope segue sendo meu favorito dele.
Beijos!
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Se tem uma autora que me conquistou completamente no final do ano passado, foi a Freida McFadden. Entre novembro e janeiro eu simplesmente devorei todos os livros dela publicados no Brasil, um atrás do outro, e já estou ansiosa pelos próximos. E aos poucos vou trazendo minha opinião sobre cada um por aqui.

Em O detento, acompanhamos Brooke Sullivan, uma enfermeira que começa a trabalhar em uma prisão de segurança máxima. Logo no primeiro dia, ela aprende três regras básicas: respeitar os detentos, nunca revelar informações pessoais e jamais ser simpática demais.

O problema? Brooke já quebrou todas elas.

E o pior: um dos presos é Shane Nelson: seu ex-namorado da época de escola. O garoto perfeito. O atleta admirado. O menino de ouro que acabou condenado à prisão perpétua por assass1natos brutais… com um testemunho crucial da própria Brooke.

O que eu mais gosto na escrita da Freida é como ela constrói tensão psicológica de um jeito simples, direto e viciante. Você começa achando que sabe para onde a história vai… e quando percebe, já está duvidando de tudo. Personagens moralmente duvidosos, segredos do passado, aquela sensação constante de que tem algo errado, mas você não sabe exatamente o quê. Gostei muito da relação entre passado e presente, culpa, manipulação e aquele jogo psicológico silencioso que vai se formando.

Não é meu livro favorito da autora, a personagem principal me deixou irritada algumas vezes pela falta de maturidade, mas é o tipo de história que você lê rápido, porque precisa descobrir a verdade.

Se você gosta de suspense psicológico com reviravoltas e personagens que não são exatamente confiáveis, esse aqui é uma ótima escolha.

Já leram? Qual seu livro favorito da autora?
Beijos!
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Se você acha que já leu tudo no suspense nacional… talvez ainda não tenha lido isso aqui.

Separei alguns motivos que me fizeram terminar essa leitura completamente impactada:

Suspense que prende do início ao fim: a investigação conduzida por Clark cria uma atmosfera de tensão constante. Cada pista parece levar a algo maior, cada capítulo termina com aquele gostinho de “só mais um”. É o tipo de história que faz você perder a noção do tempo e quando percebe, já está completamente imersa(o).

Personagens complexas e memoráveis: Silvia, Nora e Esther não são apenas “partes” de uma mesma pessoa, são presenças vivas, com emoções, medos, humor e força. A dinâmica entre elas é inteligente, sensível e surpreendentemente leve em alguns momentos. Você ri, se emociona e, principalmente, se reconhece em pequenos detalhes de cada uma.

Romance sensível e nada óbvio: o amor de Clark não é idealizado nem simplista. É um amor que escolhe ficar, que aprende, que respeita, que entende limites e desafios. Em meio ao caos da investigação e às complexidades do TDI, o relacionamento se torna um dos pontos mais bonitos da narrativa.

Representação cuidadosa do TDI: a autora trata o transtorno dissociativo de identidade com cuidado, humanidade e responsabilidade. Não é usado como choque barato ou recurso superficial de trama, é parte essencial da construção emocional da história, trazendo representatividade sem estigmatização.

Um encerramento que acelera o coração até a última página: as últimas páginas são pura tensão. A sensação de urgência cresce, o nervosismo toma conta, e você começa a olhar a porcentagem do Kindle torcendo para que ainda faltem muitas páginas.

Livro disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Se você gosta de suspense com emoção na medida certa, salva esse post para não esquecer dessa indicação.
Depois me conta quando ler...
Beijos!
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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Em 2005, por mais que pareça loucura dizer isso, o mundo era outro. Quando eu tive problemas de saúde decorrentes de uma infecção nas meninges e no encéfalo, eu me vi com 18 anos e agora uma pessoa com deficiência visual e deficiência motora. Eu pensava que ia ser atleta, jogava vôlei, jogava bem. De repente, eu estava totalmente desconectado do que eu achava que seria meu futuro.

Eu queria me expressar e não sabia como. Naquela cabeça de 18 anos, cheia de capacitismo internalizado, eu achava que a única coisa que eu podia fazer era escrever, porque já conhecia leitores de tela. Parecia a única ferramenta disponível. Só que o que começou como limitação virou potência. O papel aceitava tudo: minha revolta, meu amor, meus pontos de vista, minha forma de ver o mundo mesmo sem olhos, minha forma de caminhar mesmo sem andar. Quando percebi, dentro do papel eu não precisava de olhos nem de pernas — eu tinha asas. E isso é forte demais. Escrever é telepatia, é empatia, é transmissão de pensamento. É coisa séria.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
São muitas influências, e sempre que a gente cita algumas fica com medo de ser injusto com outras. Os autores nacionais têm um lugar muito especial no meu coração, mesmo tendo chegado de forma tardia: Machado de Assis, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, José de Alencar, Raquel de Queiroz… todos eles me atravessaram.

O primeiro livro que eu li sem que fosse obrigação da escola foi O Mistério das Cinco Estrelas, do Marcos Rey, e aquilo foi um marco. Depois vieram Tolkien, Stephen King, James Clavell, Arthur Conan Doyle, Robert E. Howard, Lovecraft, Eduardo Spohr, Leonel Caldela, Rafael Dracon, Afonso Solano… e tantos outros.

Mas minhas influências não são só literárias. Vêm da música, dos animes, dos filmes. Eu não me vejo escrevendo do jeito que escrevo sem ter ouvido Belchior, Ednardo, Tim Maia, Engenheiros do Hawaii, Biquini Cavadão, Chico Science, Seu Jorge. Tudo que a gente consome vira material criativo. A obra é um caldeirão.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Todo mundo que produz arte tem bloqueio criativo. Eu tenho, claro que tenho. A diferença é que às vezes eu demoro a perceber, porque hoje existem muitas ferramentas: filmes, séries, livros, redes sociais, inteligência artificial. Quando eu estou fatigado ou travado, eu procrastino. Eu faço outra coisa.

Enquanto estou em primeiro plano resolvendo a vida, tem um segundo plano aqui atrás funcionando, pensando na obra. Eu jogo ideias na inteligência artificial, testo possibilidades, converso, experimento caminhos. Quando destrava, é que eu percebo que estava bloqueado. Para mim, a grande sacada é não se paralisar por causa do bloqueio. É continuar vivendo enquanto a história fermenta.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
O processo de escrita é cheio de altos e baixos. Tem dia que você está inspirado, tem dia que você acha que tudo que escreveu é uma porcaria. E quando você coloca o ponto final, descobre que o trabalho está só começando. Você deixa de ser só escritor e vira marqueteiro, promoter, copywriter, presença constante nas redes.

Existe uma pressão enorme para performar o tempo inteiro. O mundo é rápido, exige produtividade, exige presença. Isso é cruel, é pesado. E escrever é muito solitário. Publicar precisa ser coletivo. Você precisa de troca, de rede, de gente que acredita — e de gente que duvida também. Se você não souber quem é, as críticas te desmontam. Se souber, você voa.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Ver as pessoas lendo e criando teorias em cima da sua obra é uma das coisas mais gratificantes que existem. Elas puxam a história para lugares que você nem imaginou. Isso é mágico.

Duas experiências me marcaram muito. A primeira foi minha avó, ZZuila. Quando lancei meu primeiro livro, ela leu em duas semanas. Foi a primeira a me dar feedback. Com 88, 89 anos, com todas as limitações naturais da idade, ela leu e comentou. Aquilo me emocionou profundamente.

A segunda foi o seu Francisco, que conheci na Biblioteca Pública Estadual do Ceará. Ele escreveu o primeiro livro dele e disse que se sentiu inspirado por mim. Ele leu meu livro, me deu um retorno empolgado, e ver alguém produzir por se sentir provocado pelo que você faz é uma honra difícil de explicar.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Eu queria dizer que tenho rotina, ritual, foco absoluto. Mas meu processo é caótico. Eu escrevo quando tenho tempo — e muitas vezes enquanto estou fazendo outras coisas. Fico com a aba do livro sempre aberta. Vou jogando ideias no papel e depois lapido.

Talvez demore mais para terminar um livro, mas eu não deixo a história esfriar. É uma forma de me forçar a escrever. O processo é solitário e até alienante, mas vale muito a pena. Eu me sinto completo quando estou escrevendo.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Em Além do Véu, eu não tinha uma pretensão clara de provocar reflexão, embora elas estivessem lá. Eu nunca quis obrigar ninguém a pegar a faca e o queijo e consumir a mensagem. Cada leitor faz o que quiser com o que lê.

Já em Ouroboros, existe uma intenção: provocar reflexão sobre capacitismo e sobre o que nos torna humanos. Essa é a única pretensão consciente. O resto nasce da própria trama, das escolhas dos personagens, das consequências. Minha escrita é reflexiva e contundente, mas despretensiosa. Eu não quero ser autocomplacente nem virar caricatura de mim mesmo.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Eu acredito que é importante ter projetos em mente. O universo de Além do Véu precisa de pelo menos mais um livro. Eu sinto que devo isso aos personagens. A história terminou em um clímax alto demais para ser encerrada ali sem consequências.

O universo de Ouroboros é vasto, potente, cheio de lacunas e possibilidades. Ele pede continuação. Existem personagens que merecem aprofundamento e temas relevantes — inclusive polêmicos — que precisam ser explorados. E eu não vou me furtar a isso. A continuação já está sendo gestada.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Eu poderia dizer que a literatura salva, que a leitura edifica, que todo mundo deveria escrever e publicar. Mas isso é muito particular. A necessidade de escrever nasce de dentro. Não adianta romantizar: escrever dói. Escrever é difícil. E desde a primeira pessoa que desenhou numa caverna, já existia alguém pronto para criticar.

Se você não tem a faísca, não escreva por vaidade. Não se force. Mas seja uma pessoa melhor no que você se propõe a fazer. A leitura pode ser ferramenta para organizar ideias e compreender o mundo, mas a motivação real não vem de fora — vem de dentro.

Agora, se o seu rolê é ler e escrever, vá em frente. Seja o melhor escritor do mundo ou morra tentando. Entre se descobrir leitor e morrer tentando, você vai produzir muita coisa boa. E isso já vale a jornada.

Sobre sua(s) obra(s):



Sinopse: Depois de um evento sobrenatural no seio da floresta amazônica, o guarda-florestal Samuel se vê enredado no meio de acontecimentos que desafiam os pilares do que para ele, eram a realidade.
“Além do Véu” apresenta um anjo que viveu como ateu e agora precisa acreditar que é um herói, mas será que ele é mesmo?
Nessa eletrizante narrativa as percepções de bondade e maldade se misturam e se convergem sob as faces de uma história de amor e sacrifício, de auto conhecimento e superação, de aprendizado e perdão. É perigoso subestimar o papel de qualquer pessoa. Somos responsáveis pelo nosso destino, ou tudo já foi escrito? - Compre aqui!


Sinopse: O apocalipse veio, mas o planeta resolveu seguir em frente. Pena que não chamou os humanos para seguirem junto.
Para escapar do inverno nuclear, construiu-se Ouroboros: um submarino colossal, pensado como arca de esperança. Mas a promessa de salvação virou prisão — aço e silêncio moldando um mundo onde cada vida é medida, pesada e controlada.

E se fosse você? Se sua família tivesse de provar, em relatórios e cotas, que merece respirar? Se sua diferença fosse transformada em sentença?

Dentro de Ouroboros, a humanidade é colocada à prova — e não há espaço para imperfeições.
O que nasceu para proteger acabou se tornando o verdugo. Uma serpente que devora a si mesma, revelando que o verdadeiro fim do mundo não é a destruição, mas a negação daquilo que nos torna humanos. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Instagram do Autor(a) | Compre seu(s) livro(s) AQUI!
Beijos!
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Título: Onde os Anjos não Ousam Pisar
Autor(a): Stella dos Anjos Costa
Editora: Labrador
Páginas: 144
Ano: 2026
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Sinopse: Em meio à caótica cidade de São Paulo, o detetive Clark persegue um assassino em série impiedoso, responsável por transformar mulheres em vítimas silenciosas.
Sua esposa, Silvia, convive com um transtorno dissociativo de identidade que já trouxe Nora — a doce e etérea segunda personalidade — para suas vidas. Mas quando surge Esther, a terceira persona, tudo muda.
Determinada, fria e obstinada, Esther não veio para trazer paz: veio para ajudar nas investigações e acabar com o terror que assola a cidade.
Agora, Clark se vê dividindo a rotina com as três versões da mesma mulher. Quando Esther se oferece como isca para atrair o assassino, ele é forçado a enfrentar seu maior medo: perder todas elas de uma vez.
Entre a caçada ao criminoso e a luta interna para conviver com as diferentes facetas de quem ama, Clark descobre que decifrar o coração pode ser tão difícil quanto capturar o inimigo.


Comecei esse livro cheia de curiosidade e terminei completamente envolvida.

Mesmo sendo o segundo volume, a história funciona de forma independente.

Acompanhamos o detetive Clark na caçada a um assassino em série que aterroriza mulheres em São Paulo, enquanto, em casa, ele vive uma realidade igualmente complexa: Silvia, sua esposa, convive com transtorno dissociativo de identidade.

E é aqui que a história ganha uma camada ainda mais intensa.

Além da doce Nora, surge Esther: determinada, fria, protetora e absolutamente decidida a ajudar na investigação. A dinâmica entre Silvia, Nora e Esther é simplesmente um dos pontos altos do livro. Eu ri em vários momentos com as interações entre elas, mas também me emocionei, impossível não se identificar ao menos um pouquinho com cada uma delas. Há, e o amor de Clark é sublime, sensível e muito bonito de acompanhar.

A escrita é ágil, os capítulos são curtos e o suspense cresce na medida certa. A autora equilibra investigação, drama e romance com precisão, sem deixar que nenhum elemento se sobreponha. E a forma como o TDI é tratado demonstra cuidado e respeito, algo que fez toda a diferença na experiência de leitura.

Agora precisamos falar das cenas finais.

Eu fiquei sem unha. Coração acelerado, nervosa, tensa, olhando a porcentagem no Kindle e pensando: “não é possível que vá terminar assim”.
E quando achei que sabia o que viria… fui surpreendida.
E positivamente.

É uma leitura instigante, que mistura amor, suspense, drama e investigação na medida certa. Daquelas que você quer devorar,mas também quer saborear.

Se você gosta de histórias que equilibram emoção e tensão, vale muito ler essa obra. Eu já peguei o primeiro volume para ler também.

Está disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Se fosse você no lugar do Clark… conseguiria lidar com todas as versões do amor?
Beijos!
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Comecei esse livro ontem e já preciso falar sobre essa experiência.

Apesar de ser o volume dois, não é necessário ter lido o primeiro, a história funciona de forma independente, o que me deixou ainda mais animada para mergulhar sem medo.

Na história até agora, estou acompanhando o detetive Clark e Silvia, sua esposa, que convive com transtorno dissociativo de identidade, algo que sempre despertou minha curiosidade. Já conheci a Nora, e parei a leitura um pouco depois que Esther aparece. Ela parece ser determinada, protetora e certa do que quer, sinto que ela já está mudando o rumo da história.

Passei um pouco dos 30% da leitura (me obriguei a parar para trazer essas primeiras impressões 😅), mas já estou cheia de perguntas. A escrita é fluida, os capítulos são curtos (perigosamente curtos, porque você sempre quer “só mais um”) e o suspense começa a se desenhar de um jeito que dá aquela tensão gostosa.

Minhas expectativas estão altas.
Já estou me apegando aos personagens.
E estou ansiosa para descobrir até onde essa história vai ter coragem de ir.

Quero devorar… mas também quero saborear.

O livro acabou de lançar e já está disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Já leram esse? Querem ler? Quero saber se estou pronta para o que vem por aí 👀
Beijos!
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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Agatha Christie. Pela timidez na infância e adolescência, eu brincava pouco com outras crianças, mais com minha irmã. Minha avó materna Odette, sempre estimulou eu e minha irmã para a leitura. Como eu não tinha condições de comprar livro, pegava emprestado na biblioteca municipal do bairro. Lá descobri Agatha Christie e comecei a ler toda a obra dela e pensar que poderia escrever também. Depois minha avó assinou o Círculo do Livro que era uma assinatura de livros e aí passei a ler outros autores.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Não acho que tenha sido um autor especificamente, e sim o estilo de crônica de costumes. Mas claro que Fernando Sabino, Luís Fernando Veríssimo, Millôr Fernandes são referências. Lembrei agora que meu pai tinha um livro de humor do Stalinislaw Ponte Preta (pseudônimo do escritor grande Sergio Porto) que eu amava ler porque eram pequenas crônicas de humor muito engraçadas. O nome do livro é “ FEBEAPÁ – Festival de Besteiras que assola o país ( 1966). Pena ter perdido o livro. Na fantasia, li de tudo um pouco. Não tenho um autor específico que tenha me influenciado diretamente.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Olha, tive durante muito tempo. Posso dizer alguns anos. A doença de minha mãe, minha insegurança, a pandemia, a rotina, enfim tudo era motivo para não escrever. Agora, eu luto contra o bloqueio com um caderninho bem ordinário e uma caneta observando tudo que pode ser uma história e registrando tudo que vêm à minha cabeça.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Acho que a mesma resposta acima, acrescentando o preconceito contra o autor nacional, a falta de hábito de leitura do brasileiro e a literatura de fantasia sempre tachada como “menor”.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Sim. Como esse meu livro que estou lançando pela Flyve é um relançamento, uma edição ampliada e revista, em 2015 uma senhorinha conhecida de uma amiga minha, disse que adorou o livro, riu muito e sentiu representada por uma protagonista 70 mais.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Mais desorganizado do que eu gostaria ( risos). Mas tento, na medida do possível, manter uma rotina diária fora do meu horário de trabalho. Sou professor. Mas estou sempre anotando ideias que me surgem por mais malucas que sejam! ( risos)

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Diversão e leveza. Trazer um respiro para esquecer um pouco as agruras da vida.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Fazer meu livro ficar mais conhecido, construir uma base de leitores e ter sempre boas ideias. Sim, a continuação de “Os perigos de Madame Zenóbia. Crônicas de uma sensitiva na pindaíba.”

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Leiam! Leiam! Leiam! E leiam principalmente literatura nacional!

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Madame Zenóbia é a sensitiva mais destemida dos subúrbios cariocas - e a mais espalhafatosa.


Entre cílios postiços, pulseiras tilintantes e uma bola de cristal apreciadora dos palpites, ela desvenda mistérios que fariam qualquer exorcista pedir férias. Quando uma sucessão de eventos sobrenaturais ameaça a tranquilidade de Olaria, Zenóbia e seu inseparável assistente espiritual, o Zé, precisam enfrentar demônios, vampiros, espíritos vingativos e até uma antiga rival que voltou das trevas. Tudo isso sob o sol escaldante do Rio de Janeiro, onde nem mesmo o além consegue descansar.
Os perigos de Madame Zenóbia é uma fantasia urbana repleta de humor, ação e afeto. Uma mistura irresistível do misticismo brasileiro popular, do cotidiano suburbano e da magia caótica, estrelada por uma heroína 60+ que não tem tempo para medo nem para rugas. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):

Marcus Siani nasceu no Rio de Janeiro. Suburbano com orgulho. É professor de História, Pós-graduado em psicopedagogia e Mestre em Sociologia e Antropologia pelo IFCS-UFRJ. Começou na literatura depois de fazer o curso “A Jornada do Herói” com o autor best seller Eduardo Spohr. É também autor de contos em coletâneas (Contos da Confraria, Erótica Steampunk e Caçadores de Fantasmas). Os subúrbios do Rio de Janeiro são um rico manancial de inspirações para o autor. Madame Zenóbia surgiu inesperadamente, exigindo que sua história fosse contada. Ele é apenas um porta voz. Este é o primeiro livro da série Os Perigos de Madame Zenóbia.

Instagram do Autor(a) | Compre seu(s) livro(s) AQUI!
Beijos!
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A Blogueira:


About Amalie

Sou a Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leitora compulsiva e viciada em séries, filmes e jogos (sim, Far Cry 4 ainda é um xodó). Autora de contos de terror e suspense e organizadora da antologia O Lado Sombrio do Folclore. O Lost Words é meu refúgio, um lugar onde divido minhas histórias, paixões e um pedacinho de mim com o mundo. Seja bem-vindo(a)!


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