Lost Words

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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Meus pais sempre foram meus mestres, através deles houve meu primeiro encontro com a leitura e escrita. Foram eles que me deram meus primeiros livros, contaram as melhores histórias e compartilharam comigo a paixão pelos livros. Todo livro que leio me incentiva à escrita, como sou espiritualista,as minhas leituras sempre foram voltadas à espiritualidade, Chico Xavier tem sido um mentor da escrita desde muito cedo, Toda inspiração tem uma ligação íntima com quem somos, as mais belas inspirações dialoga com as nossas aspirações, tudo que vejo me serve de inspiração, seja um horizonte, uma folha seca, uma chuva e até mesmo um momento significativo,eu vejo a inspiração como um chamado para pensar, então,eu me inspiro na própria vida!!!

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Gosto muito de Kiusam de Oliveira e Conceição Evaristo, são como Elza Soares da literatura para mim, gosto de escritores clássicos, embora eu tenha uma linguagem simples na minha escrita, gosto de explorar a poesia de Cecília Meireles, pinturas, ilustrações de algumas mulheres, Frida, Tarsila. O mundo é uma grande inspiração.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
A página em branco é um terror noturno para escritores com bloqueio criativo, normalmente eu ouço uma música e começo a escrever, gosto de escrever quando meu coração está aberto... E isso é como um fio que vou seguindo e quando percebo, já escrevi alguma coisa, seja uma frase, seja um verso.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Escrever é uma jornada solitária, mas precisamos de companhia para existirmos como escritores, eu demorei muito para assumir a minha nova etapa de vida como escritora, porque eu vejo como uma grande responsabilidade dirigir e instruir alguém através da escrita, mesmo que inconsciente o que falamos ou escrevemos exerce um grande poder na vida de alguém.
A escrita na minha vida é como um grande desabafo, uma forma de criar vida em outras vidas, o que nós somos, o que pensamos vai além do simples e enigmático pensar, é um existir no Universo... Nós escritores somos como catalisadores de palavras , somos acumuladores compulsivos de palavras que pescam palavras formando e materializando idéias.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Meus leitores são adoráveis, sempre me respondem com sinceridade e respeito e comentam com assiduidade o que me fortalece e motiva a continuar escrevendo porque são eles as razões de todo nosso trabalho, são eles os nossos maiores espectadores de nossa curta existência, por eles que não desistimos.
Meus primeiros leitores estão na minha família, entre amigos, e reconheço neles os maiores críticos do meu trabalho, suas ideias, sugestões são de extrema importância para alcançar as minhas expectativas e metas, são cordiais e honestos, certa vez li um comentário no meu blog de uma leitora, suas palavras foram de encontro com meu coração, foi como uma luz acesa, me buscando a resposta mais íntima nas minhas escritas, e quando estou vivendo tempos difíceis, volto a esse comentário e me recarrego, é como um remédio eficaz contra o desânimo. Nós momentos difíceis é preciso que busquemos força nas palavras confortantes de alguém que nos preza, a verdadeira alegria está em retribuir o carinho recebido, e toda vez que um leitor faz um comentário sobre meu trabalho me faz querer fazer o melhor... Nas escolas em que trabalhei como contadora de histórias eu consigo ver o olhar curioso das crianças e os sorrisos são a melhor resposta de como é percebido meu trabalho.
As crianças são como o termômetro que me ajuda a desenhar o meu trabalho na escrita.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Sempre me recolho ao silêncio, eu sigo as palavras que estão na minha mente, estão em nuvens e eu vou formando idéias e codificando, eu não fico sem um bloco de anotações, ouço uma música, vejo uma paisagem, ouço um som de chuva e daí tudo se torna palavras... É um ritual iniciático, uma rotina diária...sentar diante de um papel em branco e dizer: Eu quero escrever... E assim é a magia do escritor, esse foi um ensinamento de um amigo mentor, e desde então, sigo esse conselho.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Tudo que desejamos vem do coração, não há como fugir disso, então esperamos sempre o melhor...
As nossas escritas fazem parte de quem somos, logo, todos nós temos nós outros parte de nós.
Eu espero trazer reflexões, e isso é um propósito comum entre nós, os escritores, deixar boas memórias e belas histórias que vá trazer mudanças no íntimo de cada um.
Sabemos que o que escrevemos pode transformar a vida de alguém, então, que sejam positivas e acolhedoras, que sejam gentis e honestas... Toda mudança trás um ensinamento e comprometimento, portanto, a importância que damos a nossa escrita é diretamente proporcional a essa mudança, essa transformação íntima, porque é um ato de amor escrever com o intuito de instruir e educar os nossos leitores afinal, uma leitura sempre leva a outra leitura, e proporcionar o gosto pela leitura e sem dúvida um ato de responsabilidade da qual os escritores tem consciência e dever...
Quanto maior o impacto causamos, maior a responsabilidade e mais intencional se torna a escrita.

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Um dia de fada é a história de Cila, uma aprendiz de fada que sai para uma grande jornada para salvar sua mãe, descobre o valor da amizade, da paciência e do perdão. É uma história que nos ensina que a violência só machuca e que só o amor é capaz de nos transformar. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Marina Lucia Bernardes Paula.
Mãe de cinco filhos, escritora, contadora de história, blogueira, professora de educação infantil, escritora.
Livro infantil recém publicado:Um dia de fada, um livro sobre violência doméstica, pela Editorial casa kids.

Instagram do Autor(a) | Compre seu(s) livro(s) AQUI!
Beijos!
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Título: O Desaparecimento da Rainha de Bateria
Autor(a): Beatriz Andrade 
Páginas: 56
Ano: 2026
Link para Compra

Sinopse: Na noite mais importante do Carnaval, quando os holofotes estão voltados para Sambódromo e o Brasil inteiro está de olho nos desfiles, Marta Lúcia desaparece.

Rainha de bateria da Unidos da Baixada, Malu passou anos de sua vida dedicando-se à escola e esperando esse momento de glória. Finalmente a escola vai desfilar no grupo especial, porém, ela não estará lá. Momentos antes de entrar na avenida, Malu é sequestrada e começa a sua luta por sobrevivência.

Segredos enterrados há muitos anos vêm à tona buscando vingança. A polícia terá pouco tempo para encontrá-la, pois a quarta-feira de cinzas está à sua espera, marcando um dia sombrio e assustador.

O desaparecimento da rainha de bateria é um conto de suspense ambientado no coração do carnaval carioca, onde passado e presente se cruzam e onde a culpa esquecida se mistura ao medo cada vez mais sufocante.


O Desaparecimento da Rainha de Bateria é um conto que consegue unir perfeitamente o brilho do Carnaval com uma atmosfera densa de mistério e tensão.

A ambientação é um dos grandes pontos fortes da narrativa: o caos organizado dos bastidores do desfile, a expectativa no ar e o contraste entre festa e perigo deixam tudo ainda mais intenso. A autora constrói o suspense de forma envolvente e leve.

Malu é uma protagonista fácil de se apegar: forte, determinada e humana. Sua trajetória prende do começo ao fim. Mas o que mais me conquistou foi a forma como o passado é revelado aos poucos, adicionando camadas emocionais à história. Quando o plot twist chega, ele realmente surpreende e dá um novo peso a tudo o que veio antes.

É um conto curto, porém poderoso: intenso, bem escrito e perfeito para quem gosta de suspense com identidade brasileira e clima de Carnaval.

Disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Enquanto uns estão no bloquinho, eu tô aqui devorando histórias cheias de mistério. E você, casa ou rua?
Beijos!
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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Escrevo desde os meus 17 anos. Já estou com 67, então lá se vão 50 anos de escrita. Entretanto, eu escrevia e guardava. Não mostrava para ninguém. Eu tinha uma certa timidez, que com o tempo foi acabando. Quando eu parei de trabalhar, aposentado, passei a me dedicar a escrever mais rotineiramente. Nesses últimos cinco anos publiquei nove livros e o décimo já está terminado, esperando para ser publicado. O décimo primeiro está pela metade;.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Eu leio tudo que me cai nas mãos, mas sou fã mesmo de Isaac Asimov. Adoro ficção científica, herdei isso do meu pai também. Arthur C. Clark é outro que admiro. Li tudo de Shakespeare e adoro Harold Robbins, esse aí é por causa da minha mãe;

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Não lido. ainda não sei o que é isso. Agradeço a Deus por me dar esse dom;

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
Gosto de ousar. Crio estórias que às vezes mexem com a cabeça das pessoas. Meus livros, sem exceção, possuem uma mensagem contida. É preciso ler para saber, não vou dar spoiler!

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Um dos primeiros livros que escrevi, foi lido por meus amigos primeiro. Eu queria me testar. Saber se tinha mesmo alguma possibilidade de fazer carreira. Um desses amigos ficou tão impactado pela estória que ficava me cobrando a sequência quase que todos os dias. Acabei escrevendo uma trilogia. Um outro livro, esse infantil que conta uma passagem minha com meu filho, foi tão bem avaliado que acabou sendo distribuído em um seminário sobre autismo;

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Não tenho rotina. O que eu tenho é tempo! Bastante tempo para escrever. O que mais um aposentado pode fazer? Jardinagem? Não, prefiro meus escritos!

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Escrevo para deixar um legado. Pensei muito em deixar esse legado para meus filhos, mas nada impede que outras pessoas também se beneficiem dele. Se eu conseguir tocar o coração e a alma das pessoas, então cumpri meu maior objetivo;

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Meu maior objetivo é continuar escrevendo, até o dia da minha morte. Sigo pensando, levantando nas madrugadas, 
...e as madrugadas vão se sucedendo assim como meus pensamentos. Vida, lúcida, dou graças a Deus!

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Uma força sombria ameaça a existência da humanidade. A cada descoberta a linha entre o real e o imaginário se desfaz, e a sombra da dúvida paira sobre todos. A única esperança reside em um grupo de indivíduos corajosos que se unem para enfrentar o desconhecido. - Compre aqui!


Sinopse: Neste livroEverson Gariglio convida o leitor a uma jornada pela alma humana. Entre reflexõesquestionamentos e inspiraçõessuas palavras atravessam os territórios do amorda vidados relacionamentosdas escolhas e dos sentimentos mais profundos. Cada pensamento é uma centelha que iluminaprovoca e acolhedespertando olhares mais atentos para sipara o outro e para o mundo. Não são respostas prontas são chaves que abrem portas internassão sementes lançadas ao coração e à consciência. Uma obra para ser lidarelida eprincipalmentesentida. - Compre aqui!


Sinopse: Será possível para alguém que é mau na sua essência se tornar bom?
Talvez com intervenção divina? Com algumas chances para se redimir? - Compre aqui!


Sinopse: Em um tempo futuro a humanidade é posta em perigo por ela mesma.
Algo precisa ser feito para tornar a vida na Terra saudável novamente e seus governantes irão fazer o que for necessário para alcançar esse objetivo. - Compre aqui!


Sinopse: A saga humana com viagens intergaláctica começa. O que os aguarda, e como lidarão com o que irão encontrar? - Compre aqui!


Sinopse: O terceiro livro da Trilogia Das Trevas à Luz. O retorno à Terra parecia que não aconteceria, mas algo aconteceu e eles voltaram. - Compre aqui!


Sinopse: ​​​Enzo, um jovem autista com mente brilhante, descobre a chave para se comunicar com alienígenas que visitam a Terra. Sua habilidade única o torna o elo entre dois mundos, enquanto ele e sua equipe de cientistas embarcam em uma jornada épica para desvendar os mistérios do universo. - Compre aqui!


Sinopse: ​​​Neste segundo volume de Meus Pensamentos, Everson Gariglio convida o leitor a mergulhar em uma coletânea de aforismos, reflexões e pequenas crônicas que nascem da vida real com suas dores, descobertas e silêncios. Com uma escrita sensível, ética e profundamente humana, o autor fala sobre amor, superação, valores, escolhas e o tempo, sempre com olhar generoso e inspirador. Este não é um livro para ser lido de uma vez só, mas para ser sentido aos poucos como quem abre uma janela para dentro de si mesmo. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Everson Jorge Gariglio é mineiro de Belo Horizonte, filho orgulhoso de família descendente italiana , seu pai foi advogado do qual fala altivamente do caráter íntegro e honestidade e mãe intensa em todos os sentidos , desde a arte , aos amigos , aos deveres do lar e de imensa sabedoria . Isso foi o alicerce e forjou quem é o Everson, um homem de conceitos fortes, mas não imutáveis se forem devidamente embasados os argumentos, duro e reto nas palavras , mas se tocado seu coração desmancha-se como sorvete no calor. Não teme em dizer “não” e alegra-se ao dizer sim e agradar a quem lhe faz o bem ou aos que ama. Homem com grande senso de justiça e defesa dos indefesos , prático, organizado e leitor contumaz , conhecedor de artes, literatura dentre muitas outras formas de cultura e história. Foi executivo de grande banco internacional por 31 anos, aposentou-se e agora dedica sua vida a família , a literatura e artes .
Seu pai era grande admirador da ficção científica e isso, seus questionamentos, imaginação influenciaram profundamente os pensamentos do autor . Everson também é engenheiro químico formado pela UFMG , uma mente brilhante para cálculos, física e química, o que também demonstra em sua obra de ficção . 
Ler o que Everson escreve é um deleite para a imaginação e ao mesmo tempo possível ( e até necessário) trazer para nossa realidade os pensamentos profundos que envolvem nossa existência, comportamento , dualidades, justiça e moral , com toques de romantismo e senso crítico aflorado, instigando ao leitor uma análise profunda dos problemas que envolvem a vida em sociedade e relações interpessoais.

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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever?
Minha inspiração veio da percepção de como a violência contra mulheres foi normalizada ao longo do tempo. O que mais me incomodava era a forma como essas histórias quase sempre são contadas pela ótica do agressor: o nome do psicopata ganha destaque na mídia, enquanto as vítimas são reduzidas a números e estatísticas, com suas identidades apagadas. A Voz das Vítimas nasceu da necessidade de inverter essa lógica e colocar as vítimas no centro da narrativa, dando voz ao que é silenciado.

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita?
Uma obra fundamental para mim é O Conto da Aia, de Margaret Atwood, por mostrar como a violência contra mulheres pode ser estrutural e socialmente aceita. Também fui influenciada por Stephen King, especialmente em Misery, pelo uso do horror psicológico, e por Gillian Flynn, em Garota Exemplar, pela desconstrução da ideia de vítimas idealizadas. Essas referências ajudaram a moldar uma escrita focada no impacto psicológico e social da violência.

3 - Como você lida com o bloqueio criativo?
Meu processo funciona de forma clara: eu não começo a escrever enquanto a história ainda não está definida na minha mente. Quando não tenho uma ideia estruturada, simplesmente não escrevo. Quando a ideia surge completa, a narrativa flui com naturalidade, sem interrupções forçadas.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)?
O maior desafio é o impacto emocional do tema. Escrever sobre violência, abuso e trauma exige envolvimento profundo, e não há como passar por isso sem ser afetada. Em momentos mais intensos, preciso interromper a escrita, me afastar e retomar apenas quando estou emocionalmente preparada. Outro desafio é o mercado editorial, que nem sempre acolhe narrativas tão duras e diretas.

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que gostaria de compartilhar?
Sim. Recebo mensagens com frequência, principalmente de mulheres que dizem que o livro as deixou desconfortáveis e isso nunca vem como crítica negativa. Muitas relatam que precisaram parar a leitura em alguns trechos porque reconheceram situações que já viveram.
Uma mensagem que me marcou foi de uma leitora que disse que, até ler o livro, nunca tinha se considerado uma vítima. Ela sempre achou que violência só existia com agressão física evidente. Durante a leitura, começou a identificar comportamentos de controle, isolamento e manipulação que viveu por anos e sempre justificou. Ela disse que o livro não trouxe respostas prontas, mas trouxe consciência, e que depois disso não conseguiu mais normalizar certas coisas.
Relatos assim chegam com frequência, e o que mais se repete é essa percepção tardia: muitas mulheres só reconhecem a violência quando já estão profundamente dentro dela. Ler esses depoimentos é difícil, mas confirma a importância da obra.

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica?
Meu processo é intenso e baseado em imersão total. Quando começo a escrever, consigo manter longos períodos de foco contínuo. Não sigo uma rotina fixa de horários, mas priorizo o avanço da narrativa enquanto a história está ativa e fluindo.

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores?
Espero que o livro sirva como alerta para que as pessoas não normalizem agressões ou comportamentos abusivos. O perigo muitas vezes não é óbvio; pode vir de alguém que parece inofensivo no início. Quero que a leitura gere reflexão sobre o silenciamento de vítimas, os ciclos de violência familiar e a indiferença social que permite que esses casos continuem.

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo projeto?
O segundo volume de A Voz das Vítimas já está planejado e acompanhará Matheus em uma busca por vingança contra Edric, aprofundando as consequências psicológicas do trauma.
Além disso, estou lançando a saga A Última Geração, uma distopia de ficção científica. Nela, a cientista Evelyn Arendt cria Aurora, o robô companheiro perfeito, prometendo acabar com a solidão humana. Com o tempo, muitas pessoas preferem relações com robôs em vez de interações humanas, o que leva a uma queda drástica na reprodução natural e ao isolamento social. Quando o governo decide destruir todos os robôs para preservar a humanidade, surge um conflito extremo, com parte da sociedade optando pela autodestruição a abrir mão desses “companheiros perfeitos”. A saga explora a busca obsessiva pela perfeição artificial, a dependência tecnológica e os limites éticos da sobrevivência humana. O primeiro livro da saga será lançado nas próximas semanas.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros leitores?
Obrigada por se permitirem ler este livro. Sei que não é uma leitura fácil, mas é necessária. Espero que ele funcione como um alerta e que, diferente das vítimas retratadas na obra, muitas pessoas consigam reconhecer os sinais de violência a tempo e construir um futuro diferente.

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: A Voz das Vítimas: As Fitas Perdidas

Silêncio imposto não é paz. É veneno. E as vítimas o devolvem... gota a gota.

Quando a podcaster Ariadna recebe uma caixa anônima com fitas cassete antigas, ela acha que é mais um caso para seu programa de true crime. Mas ao apertar play, vozes de meninas mortas ecoam no escuro: gritos de dor, segredos enterrados e um assassino que nunca parou.

Em 2025, Ariadna e seu parceiro Matheus mergulham em uma investigação que cruza décadas, de uma cidade amaldiçoada na Califórnia em 1989 até lives aterrorizantes no presente. As fitas revelam um serial killer manipulador, vítimas silenciadas pela sociedade e forças sobrenaturais que exigem justiça. Mas quanto mais perto da verdade, mais o mal se aproxima – e o que começa como podcast vira uma luta pela sobrevivência.

Inspirado em found footage e crimes reais, este thriller de Jessy Oliveira mistura horror psicológico, suspense implacável e uma crítica afiada à violência contra mulheres. Se você ama "Gone Girl" ou "The Haunting of Hill House", prepare-se para noites sem dormir. As vozes não param de chamar... e elas estão esperando por você.

Pronto para ouvir o que os mortos têm a dizer? Compre agora e descubra por que o silêncio pode matar.

Este livro contém violência, temas psicológicos intensos, desaparecimento de menores e cenas potencialmente perturbadoras. - Compre aqui!

Sobre o(a) autor(a):


Jessy Oliveira, nascida no interior de Minas Gerais, encontrou nos livros um refúgio essencial em meio a um mundo sombrio e desafiador. Desde a infância, a leitura foi sua âncora, oferecendo escape e compreensão em tempos difíceis. A escrita surgiu anos mais tarde, como uma forma de terapia durante o dia, uma ferramenta para silenciar as múltiplas vozes que ecoavam em sua mente.Autora de narrativas intensas e provocativas, Jessy não busca distrair o leitor, mas obrigá-lo a encarar o pior lado da humanidade. Seus trabalhos mergulham em temas que muitos evitam: violência física e psicológica, trauma, abuso contra mulheres e questões sociais profundas, como o silenciamento de vítimas e os ciclos de dor familiar. Com uma prosa visceral e sem concessões, ela transforma o horror em espelho da realidade, questionando a indiferença social e o peso do invisível.Em suas obra, Jessy tece tramas de horror emocional e sobrenatural, onde vozes perdidas revelam segredos sombrios e traumas não resolvidos, ecoando sua missão de dar visibilidade ao indizível e abordar temas sensíveis com profundidade e respeito. Atualmente residindo em Belo Horizonte, Jessy continua explorando as sombras da existência humana em novos projetos.

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1 - Qual foi sua inspiração para começar a escrever? 
Costumo dizer que nasci escritora. E isso, porque não houve uma inspiração  inicial. A minha jornada pela escrita começou com as redações escolares, que eu fazia  por mim e por colegas, de tanto que eu amava escrever. 
Na adolescência, passei a escrever contos. Ao me tornar adulta, questionei a  mim mesma: Será que, em vez de contos, eu consigo escrever um livro? Talvez 100  ou 200 páginas? O resultado desse desafio que me fiz foi escrever 800 páginas, que  me pediram para transformar em uma trilogia. 
E não parei mais de escrever. 

2 - Quais autores ou obras influenciaram seu estilo de escrita? 
Falar sobre o meu estilo é algo bastante peculiar. Certamente, fui influenciada  por todos os autores, por todas as obras que li, desde a minha infância. 
A grande questão é que parece que eu assimilei igualmente todos os estilos. 
Parece estranho, mas, explico: Cada vez que eu sentei para escrever, surgiu  uma obra em um estilo diferente. Então, a minha primeira obra foi um romance, a segunda foi um suspense policial, a terceira foi um romance erótico, estou escrevendo  um drama e, na sequência, escreverei uma ficção. 
Não sei o que virá a seguir, mas, desconfio de que o estilo não se repetirá. 

3 - Como você lida com o bloqueio criativo? 
Ainda estou na expectativa de experimentar o tão temido bloqueio criativo, a  angústia de ter tempo para escrever e não conseguir escrever. Em todos esses anos, vivo a angústia de ter muito em mente para expressar, sem que eu tenha tempo para  fazê-lo. 
Sendo esposa, mãe, avó e advogada, e ainda se somando a esse cenário  todas as atividades que cercam a vida de uma mulher, sobra-me pouco tempo para  escrever. Principalmente, considerando que minhas obras são longas e densas. 
Quando comecei a escrever A Caixa de Tânato, o suspense policial, eu tinha a intenção de escrever um livro e surgiu a trilogia. Quando decidi transformar aquelas  oitocentas páginas do romance em trilogia, acabei escrevendo a Coleção Mariana e  Rafael, que tem sete livros. Então, eu não sofro com o bloqueio criativo, mas sim com a falta de tempo para criar mais.

4 - Quais desafios você enfrentou durante sua jornada como escritor(a)? 
Os desafios que enfrentei como escritora, infelizmente, continuam em meu  caminho. 
Não costumo falar do assunto, porque não acredito no reclamar. Mas, já que surgiu a pergunta, respondo que o grande desafio para o escritor brasileiro é a não valorização dessa arte. Em nosso lindo e enorme país, não ocorre o mesmo que em  outros países, onde escritores podem viver de seu trabalho, dedicando-se exclusivamente à criação de histórias a se espalharem pelo mundo. 

5 - Você já teve experiências significativas com seus leitores? Alguma história que  gostaria de compartilhar? 
Muitas! Bastante difícil selecionar o que contar para vocês: 
  • * Ao terminar de ler o primeiro livro da Trilogia A Caixa de Tânato, que tem um final muito impactante, a minha mãe ligou para a minha casa e exigiu que me acordassem. Eu atendi o telefone imaginando que algo grave estava  acontecendo com o meu pai ou com outra pessoa da nossa família. E de  repente, ela fala firme comigo pelo telefone: Vá agora para o computador e  mude o final, porque eu sou sua mãe e estou mandando! 
  • ** Um médico, que é um amigo muito próximo e querido, ao terminar de  ler este mesmo livro, recebeu-me assim na minha consulta seguinte com ele: Não entre em meu consultório! Eu preciso de pelo menos quinze dias para me recuperar e querer falar com você novamente! 
  • *** Minha sobrinha/afilhada, ao terminar de ler Magnetismo, o primeiro livro da Coleção Mariana e Rafael, pediu-me emocionada: Eu quero um  Rafael para mim. Por favor, madrinha, eu nunca te pedi nada! 
São muito variadas as experiências que vivo com os leitores. Todas muito  gratificantes, já que o pior cenário para o escritor é a indiferença. Mas, graças a  Deus, ela não acontece com os meus leitores. 

6 - Como é o seu processo de escrita? Você segue uma rotina específica? 
A minha rotina é bem fora do padrão, porque sou notívaga. Eu não durmo durante a noite/madrugada. Eu durmo de manhã, advogo à tarde, convivo com  a minha família à noite e escrevo durante a madrugada. 
Escrever de madrugada é mágico. Silêncio, sossego. Não há campainha tocando, nem carros de publicidade passando na rua. No fim da madrugada os pássaros começam a cantar e me avisam que é hora de fechar o computador e ir para a cama. Então, eu rezo, medito, leio e, somente depois, durmo. 

7 - Qual é o impacto que você espera que suas obras tenham nos leitores? 
Eu não tenho expectativa de impactos específicos para os leitores, e sim, que eles sejam impactados, seja como for. Repito que o pior dos cenários para o escritor é a indiferença. Desejo que os leitores reajam às minhas obras e que elas engrandeçam o universo de cada leitor, transportando-os para novas  possibilidades. 

8 - Quais são seus planos para o futuro? Você está trabalhando em algum novo  projeto? 
Atualmente, estou escrevendo um drama.
O meu maior e melhor projeto para o futuro é a aposentadoria, para que eu possa escrever muito mais. Não tenho qualquer pretensão de descansar, relaxar. Quero trabalhar até o meu último suspiro. Mas desejo que seja com as  palavras, criando universos onde os leitores possam mergulhar e viver  experiências que os modifiquem. 

Gostaria de deixar algum recado para os leitores do Lost Words, e para seus futuros  leitores? 
O recado que eu gostaria de deixar para os leitores do Lost Words e para os meus futuros leitores é: 
Leiam! 
Simples assim. 
Leiam qualquer estilo, formato ou idioma. A leitura engrandece o mundo individual e, consequentemente, o mundo coletivo. 
Beijos. 
Andrea Fagundes Campos

Sobre sua(s) obra(s):


Sinopse: Mariana tem vinte e dois anos e é formada em Medicina.

Inteligente e independente, ela não mede esforços para ajudar as pessoas à sua volta. Mariana mora com o pai, com o irmão e com Dalva, que é a figura materna na casa, desde a morte de Eugênia, mãe de Mariana e de Marcelo.

Testemunhar de perto um violento estupro, quando ainda era criança, marcou Mariana profundamente. Ela cresceu à sombra do trauma, mas, ainda na adolescência, descobriu que se manter distante dos garotos que se interessavam por ela era um meio eficaz de afastar as lembranças ruins. Até mesmo as roupas de Mariana eram escolhidas com o propósito de afastar os olhares masculinos.

Não se envolver amorosamente com um homem fez Mariana sentir-se protegida e segura e permitiu que ela vivesse o seu dia a dia com leveza. Mas esta realidade começa a mudar quando ela conhece Rafael. O interesse dos dois surge antes mesmo de se encontrarem, ao se falarem apenas por telefone. Mariana e Rafael apaixonam-se e ela tenta fazer o que sempre fez nesse tipo de situação: afastar-se, retrair-se. Mas o MAGNETISMO que os atrai é muito intenso e não lhes dá qualquer chance de resistência.

Mariana nunca conseguiu contar para ninguém a violência que viu acontecer e que a marcou para sempre. Ela não consegue se abrir com Rafael, mas Marcelo alerta o amigo sobre algo que traumatizara a irmã há treze anos, mantendo-a presa em si mesma. Rafael é um homem experiente e precisará se valer de toda sua maturidade para ir derrubando, com amor e paciência, as barreiras que Mariana impõe ao relacionamento deles, por causa do trauma que pesa sobre ela.

Mariana quer lutar por sua liberdade, ao lado de Rafael, para se entregar ao amor que resplandece entre eles. Mas aquele desejo, tão urgente e exigente, é assustador, porque traz à mente dela as lembranças da terrível violência que presenciou, aos dez anos de idade. A vontade de ser de Rafael aumenta a cada dia, mas como enfrentar aquela situação, se o trauma, o medo e os pesadelos também aumentam?

Rafael está determinado a conduzir Mariana à superação que a libertará. Ele vê claramente que Mariana é, na verdade, uma mulher segura e resolvida, mas que basta o desejo surgir para ela se torne vulnerável e frágil.

Apesar de Mariana ter certeza de que Rafael tem força e segurança pelos dois, ela não quer lutar, porque percebe que o caminho a ser percorrido até estar pronta para se entregar seria longo demais, difícil demais. Fazer Rafael enfrentar problemas que eram somente dela não era justo, principalmente, porque ela não encontrava dentro de si mesma a disposição para encarar aquele lado sombrio que ela mantivera ignorado por mais de uma década.

Se Mariana desistir, negará àquela intensa paixão a chance de florescer. Mas se ela encontrar forças para lutar, permitirá que esse seja apenas o início de uma linda história de amor. - Compre aqui!

Obs: Disponível em português, espanhol e inglês (
MAGNETISM) na Amazon.
Obs²: O 4º livro da Coleção Mariana e Rafael será lançado até março/2026.


Sinopse: Mariana e Rafael estão cada vez mais apaixonados.

Usando toda a sua habilidade em lidar com a fragilidade de Mariana, Rafael vai ajudando-a a derrubar as barreiras que vão surgindo entre eles.

O Magnetismo que os conecta é poderoso. O desejo, que já surgiu tão intenso, aumenta a cada dia. Assim como floresce mais e mais o amor que surgiu à primeira vista.

Rafael sabe pouco a respeito do trauma que Mariana carrega, por ela ter presenciado um estupro quando ainda era criança, porque ela jamais conseguiu relatar o que testemunhou.

Tendo cuidado para não pressionar Mariana, Rafael conquista sua Confiança e ouve o relato dos fatos que geraram o trauma que a persegue há treze anos.

Mariana e Rafael veem sua relação avançar. Mas, apesar de toda a maturidade e segurança de Rafael, surge um questionamento que o faz duvidar do amor de Mariana.

Rafael tem enfrentado todas as inseguranças de Mariana sem vacilar. Mas, diante da própria insegurança, como ele reagirá?

Ao final da leitura, quando você ansiar por mais, querido leitor, lembre-se de que este é o segundo dos sete livros da Coleção Mariana e Rafael, que continuará a despertar em você reações intensas e inesquecíveis. - Compre aqui!


Sinopse: Mariana e Rafael continuam a viver sua linda e intensa história de amor.

Ele avança em suas conquistas como empresário e chef.

Ela se dedica à carreira na Medicina, que vai se consolidando.

O MAGNETISMO que os conecta faz o desejo, já tão intenso, aumentar cada vez mais. O problema é que cresce, também, a influência do trauma que Mariana carrega há treze anos, tornando mais frequentes as imagens ruins e os pesadelos.

O bom senso de Rafael, juntamente com sua experiência e, principalmente, o profundo conhecimento que ele tem de Mariana, ajudam-no a encontrar uma saída: Em vez de buscarem uma maneira de Mariana afugentar o passado que a persegue, ela irá enfrentá-lo.

Desde que Rafael conquistou sua CONFIANÇA, Mariana tem se mantido firme e avançado no caminho rumo à superação. Mas agora, ela precisará de toda a coragem que puder encontrar dentro de si mesma para atender ao pedido de Rafael, porque o que ele propõe é que ela pare de fugir de seu passado para olhá-lo de frente e de perto, dominando o que a tem dominado por mais de uma década.

Somente a combinação da força de Rafael com a coragem de Mariana poderá sustentá-la nesse enfrentamento tão doloroso.

Eles seguirão juntos e, se Mariana conseguir atravessar essa tormenta, confrontando e derrotando o que a aterroriza, ela conquistará sua tão almejada liberdade e o trauma cairá por terra. Nesse momento, Rafael poderá levar sua amada à DESCOBERTA da beleza e da perfeição que um homem e uma mulher podem construir juntos. - Compre aqui!


Sinopse: Este envolvente suspense policial prenderá a sua atenção desde o início. E o final, surpreendente e impactante, fará o seu coração disparar! Conheça o Promotor de Justiça, Roberto Vieira Alencar, personagem cativante e que deixará sua marca. Acompanhe como a experiência profissional e, principalmente, os instintos de Roberto irão mostrar que há um violento e muito perspicaz assassino em série por trás de diversas mortes. Você vai amar vasculhar o detalhado arquivo sobre os assassinatos, que o promotor montou e chamou de A CAIXA DE TÂNATO. Conheça também Ágata, uma intrigante e misteriosa personagem, que dirige a rede NCS (Não Cometa Suicídio), instituição que tem o condão de demover suicidas em potencial da ideia de ceifarem a própria vida. Assim como ocorre com o promotor Roberto, você leitor, também ouvirá o grito dos mortos clamando por justiça, como se o próprio Tânato, o deus da morte, estivesse exigindo o encerramento do ciclo de assassinatos impunes. Poderá Roberto atender ao chamado de Tânato? O promotor será capaz de proteger a vida daqueles que ele colocou em risco, simplesmente por amá-los? Roberto Vieira Alencar conseguirá ser mais sagaz do que este frio assassino? Descubra as respostas neste envolvente suspense policial. - Compre aqui!


Sinopse: A perseguição a um assassino em série continua. A aproximação de cúmplices aumenta o risco de morte para quem está no encalço do assassino. Novas cadeias de eventos acontecem, com o mesmo planejamento minucioso e com a mesma eficácia inquestionável. Depois de eliminar um traidor, desta vez tendo o sangue em suas próprias mãos, o assassino torna-se ainda menos humano, mais bestializado. De um lado estão o assassino e seus cúmplices, de outro lado estão seus perseguidores, arriscando a própria vida e a de todos que amam, para dar um fim aos violentos homicídios. E no meio, está a Outra Caixa de Tânato, que possibilitou a retomada da caça ao assassino em série mais violento e perspicaz do país. Graças à Outra Caixa de Tânato, as vozes das vítimas tornam-se cada vez mais altas, aumentando o chamado dos mortos que clamam por justiça, como se o próprio Tânato, o deus da morte, exigisse o fim dos assassinatos impunes. Quem trouxe à tona a Outra Caixa de Tânato? Quem são os cúmplices que rondam os perseguidores do assassino? Passados alguns anos, como estão Sueli e Fabiana, a ex-esposa e a filha de Roberto? Neste segundo livro da trilogia, você encontrará aquela mesma intensidade de emoções vividas no primeiro livro, mantendo o envolvimento com os personagens e a aura de mistério. E mais uma vez, querido leitor, eu garanto, o seu coração irá disparar... - Compre aqui!


Sinopse: O SILÊNCIO DA CAIXA DE TÂNATO é o terceiro livro da TRILOGIA A CAIXA DE TÂNATO. Neste último livro da série, o assassino está ainda mais frio, violento e perspicaz. Descubra quem são os cúmplices que se aproximaram de Rafaela e de Gabriel, ameaçando a vida dos delegados e de toda a família. Aquele chamado das vítimas, como se Tânato, o deus da morte, desse seu ultimato quanto ao fim dos assassinatos impunes será atendido? Mantendo o seu coração disparado, como aconteceu nos livros A CAIXA DE TÂNATO e A OUTRA CAIXA DE TÂNATO, a autora ANDREA FAGUNDES CAMPOS convida você, leitor, a acompanhá-la em mais esta espiral de emoções. Respire fundo, mergulhe e se surpreenda com o final deste impactante suspense policial. - Compre aqui!

Instagram do Autor(a) | Compre seu(s) livro(s) AQUI!
Beijos!
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Título: Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu
Autor(a): Ellen Reys
Editora: Boteco Editorial
Ano: 2026
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Sinopse: Depois de um plantão exaustivo, Zara atravessa a Cidade Velha durante o carnaval acreditando que a festa é apenas excesso e barulho. Engolida por um bloco fechado demais para permitir saída, ela começa a perceber um padrão inquietante: pessoas caem, mãos surgem para “ajudar”, e alguns simplesmente desaparecem.

Quando acorda no hospital onde trabalha, ferida e sem voz, tudo é tratado como mais um caso de mal-estar carnavalesco. Mas uma imagem na televisão revela que no final, atrás do trio elétrico, e do Bloco Deixa que eu levo, só não vai quem já morreu.


No meio da folia, nem todo grito é de alegria...

Em Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu, Ellen transforma o caos carnavalesco em um cenário perfeito para o desconforto crescer aos poucos. A escrita é tão imersiva que eu me senti ao lado da Zara, sendo empurrada no meio do bloquinho, sem entender para onde estava indo, cercada por pessoas passando mal, sumindo, sendo levadas por mãos que talvez não estivessem ali para ajudar.

A tensão é sutil no começo, quase imperceptível, até virar aquele arrepio de “tem algo muito errado acontecendo”, e quando percebi, já está completamente envolvida.

É um conto curto, intenso e perfeito para quem ama histórias que causam estranhamento, inquietação e aquele choque final que fica ecoando na cabeça depois da última página.

Disponível na Amazon e Kindle Unlimited, recomendo muito para ler nesse Carnaval!

Agora me conta: você teria coragem de seguir um bloco onde algumas pessoas entram… e nunca mais voltam?
Beijos!
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Título: A Casa Dentro da Casa
Autor(a): Ellen Reys
Editora: Boteco Editorial
Páginas: 49
Ano: 2025
Link para Compra

Sinopse: Após perder a esposa e a filha em um acidente do qual é o único sobrevivente, Augusto Nogueira compra uma casa antiga na Cidade Velha, em Belém, em busca de um lugar que não lhe exija explicações. Durante a adaptação ao imóvel, ele descobre que há outra casa preservada em seu interior, um erro estrutural mantido por reformas sucessivas.
Sem tentar corrigir a anomalia, Augusto passa a reorganizar sua rotina em torno desse espaço interno. O luto se manifesta em gestos mínimos, escolhas adiadas e adaptações silenciosas, enquanto a memória se incorpora ao corpo e ao hábito.



Em A Casa Dentro da Casa, Ellen transforma o luto em arquitetura emocional. A partir de uma descoberta inesperada em uma casa antiga, acompanhamos um homem que passa a reorganizar sua vida em torno desse espaço escondido.

Que eu amo a escrita da Ellen não é novidade, mas esse conto é diferente de tudo que já li dela. Ele causa um certo incômodo, não ruim, mas profundo. É pessoal, íntimo, delicado. Aos poucos, fui sendo conduzida para essa casa de dentro… e ali permaneci.

Cada gesto cotidiano carrega ausência. Cada adaptação revela saudade. O luto não é explicado, ele é vivido no corpo, na rotina, nos silêncios. A memória se transforma em espaço, em hábito, em presença invisível.

É um conto sobre perda, mas também sobre como seguimos existindo depois dela. Sobre os lugares que criamos para guardar quem amamos. Sobre as casas que construímos dentro de nós para aquilo que não sabemos deixar partir.

Sensível, estranhamente acolhedor e profundamente humano.

Uma leitura que permanece, como aquela casa dentro da casa.

Disponível na Amazon e Kindle Unlimited!

Você conseguiria entrar nessa casa… ou teria medo do que encontraria?
Beijos!
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About Amalie

Sou a Aline Goettems Picoli, mas pode me chamar de Line. Gaúcha, leitora compulsiva e viciada em séries, filmes e jogos (sim, Far Cry 4 ainda é um xodó). Autora de contos de terror e suspense e organizadora da antologia O Lado Sombrio do Folclore. O Lost Words é meu refúgio, um lugar onde divido minhas histórias, paixões e um pedacinho de mim com o mundo. Seja bem-vindo(a)!


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